por paulo eneas
Os governos socialdemocratas e socialistas da era tucano-petista promoveram um agigantamento do Estado brasileiro, que deixou de ser uma instituição para servir a sociedade para tornar-se um monstrengo que se serve da sociedade, por meio do sequestro de cerca de quarenta por cento da riqueza que os brasileiros produzem.

Somente na era petista, foram criadas mais da metade das quase duas centenas de empresas estatais federais existentes, além do inchamento da máquina pública com dezenas de milhares de cargos distribuídos aos companheiros do partido e de seus aliados comunistas.

Ao mesmo tempo, áreas que são de competência exclusiva do Estado, como vigilância de fronteiras e justiça, e outras em que o Estado brasileiro tem papel relevante, como educação e saúde, foram depauperadas e oferecem os piores serviços possíveis. Esse quadro resume o legado e a herança deixada aos brasileiros por mais de duas décadas de governos socialistas-socialdemocratas estatizantes.

O Presidente Jair Bolsonaro e o Vice-Presidente General Hamilton Mourão foram eleitos com o compromisso de reduzir o tamanho do Estado brasileiro, dar eficiência e racionalidade à sua gestão, reduzir a carga tributária e promover a descentralização do poder. Compromissos esses resumidos no slogan de Mais Brasil, Menos Brasília.

Governo é um exercício permanente de disputa de poder
As primeiras medidas nesse sentido já foram tomadas logo após a posse, com a extinção por decreto de milhares de cargos de assessoramento superior da administração direta. Mas o processo de redesenho do Estado brasileiro tem que ser feito de maneira controlada, para assegurar que administração pública continue funcionando e para impedir as ações de sabotagem daqueles que não querem ver a mudança do status quo.

Disso decorre que as nomeações do novo governo para os cargos existentes devem atender, além dos critérios óbvios de competência técnica e de ilibidez, o critério de confiança. E confiança nesse caso significa o alinhamento não necessariamente político-partidário, mas o alinhamento com o programa de governo a ser implementado. Programa para o qual Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão receberam um mandato da população para ser implementado.

São somente esses critérios de qualificação técnica, ilibidez e compromisso com o programa de governo que devem orientar o preenchimento dos cargos, não cabendo ao governo se pautar por narrativas que a grande imprensa venha a criar. Cabe ao governo, outrossim, antecipar-se a essas narrativas para oferecer pronta resposta a elas na esfera da disputa da opinião pública.

E por fim, cabe aos setores da direita que estão se deixando pautar pelas narrativas da grande da imprensa, procurar compreender que o novo governo não será capaz de fazer o rompimento com mais de três décadas de hegemonia política da esquerda sem ter pessoas de estrita confiança em posições-chave da máquina pública. É preciso entender que política não é um exercício de retórica de intenções, mas um exercício permanente de disputa de poder entre pessoas de carne e osso. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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