por paulo eneas
O regime de ditadura narco-comunista venezuelano está chegando ao fim. Na tarde desta quarta-feira, o presidente da Assembleia Nacional daquele país, Juan Guaidó, assumiu como Presidente Interino da Venezuela, nos termos previstos pela constituição e reconhecido como tal pela instância máxima da justiça venezuelana.

Imediatamente após ter assumido, Juan Guaidó foi reconhecido como chefe de estado interino do país pelos governos do Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Colômbia e outros países latino-americanos. Poucas horas após a Assembleia Nacional da Venezuela ter dado posse a Juan Guaidó, o Itamaraty emitiu nota oficial reconhecendo a legitimidade do novo governo interino venezuelano.

Em entrevista coletiva diretamente da Davos, na Suíça, o Presidente Jair Bolsonaro, em companhia da vice-presidente peruana e do chefe de governo colombiano, confirmou a posição oficial do Brasil de reconhecimento do novo governo, conforme mostrado no vídeo mais abaixo. Durante a coletiva, o regime comunista de Nicolás Maduro foi chamado pelo seu nome: regime de ditadura.

Resultado direto da nova política externa brasileira
O fim próximo do regime de ditadura narco-comunista da Venezuela é resultado direto da bem-sucedida e vitoriosa política externa brasileira do Governo Bolsonaro, conduzida com maestria pelo chanceler Ernesto Araújo, que é de longe o melhor dentre aqueles excelentes ministros civis escolhidos por Jair Bolsonaro para compor o governo.

Em menos de um mês desde a posse, e sem gastar um centavo a mais de dinheiro público, a política externa do Governo Bolsonaro conseguiu dar início ao fim de uma ditadura comunista sustentada e apoiada durante anos pelos petistas e pelo dinheiro público brasileiro desviado do BNDES e outras instituições nacionais.

A diplomacia brasileira começou oficialmente a colocar um fim na ditadura comunista venezuelana no dia 9 de janeiro desse ano, durante reunião do Grupo de Lima. Nesse encontro, o Brasil retomou o protagonismo e a liderança geopolítica natural no continente e deu o tom da resolução aprovada no encontro.

Nessa resolução, o grupo de países latino-americanos reunidos em Lima e liderados pelo Brasil deu na prática um ultimatum ao ditador Nicolás Maduro, instando-o a deixar o poder pacificamente, conforme descrevemos no artigo Encontro De Chanceleres Em Lima: Vitória Da Diplomacia Brasileira, publicado nessa mesma data.

Três dias depois, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela declarou que assumiria interinamente o governo, conforme descrevemos no artigo Juan Guaidó Assume Como Presidente Interino Da Venezuela, onde analisamos detidamente a responsabilidade direta dos governos brasilerios tucano e petista pela ascensão da ditadura narco-comunista no país vizinho.

Hoje, consolidando processo de início da derrocada daquele que é último bastião institucional do moribundo Foro de São Paulo na América Latina insular, Juan Guaidó foi reconhecido como presidente interino venezuelano por quase todos os países do continente, bem como pelo presidente do Conselhor Europeu, Donald Tusk.

O grande vitorioso desse processo é em primeiro lugar o povo venezuelano, que começa a se livrar de uma ditadura comunista que nasceu com suporte dos tucanos e foi apoiada e financiada ostensivamente pelos petistas. Mas a vitória também é do Governo Bolsonaro, que tem na sua política externa conduzida pelo chanceler Ernesto Araújo o melhor a exibir para o Brasil e para o mundo até o momento.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


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