por paulo eneas
O deputado reeleito do PSOL Jean Wyllys anunciou ontem sua intenção de renunciar ao mandato e fugir do País, sob a alegação de estar sofrendo supostas ameaças. Logo após o anúncio, entidades sindicais como a CUT lançaram material de propaganda apresentando Jean Wyllys como exilado e suposto perseguido político do novo governo.

Se o deputado psolista de fato está sofrendo ameaças, ele deveria formalizar queixa e denunciar quem ele acredita estar ameaçando-o. Pois até evidência em contrário, a alegação de uma suposta ameaça serve tão somente para a construção de narrativa vitimista, própria do deputado e da agenda comunista que ele defende, com o objetivo de promover guerra política contra o novo governo.

Caso o deputado confirme sua renúncia, em seu lugar assumirá David Miranda, ativista LGBT ligado ao jornalista comunista norte-americano Glenn Greenwald, um dos principais difamadores de Jair Bolsonaro no exterior, e que já escreveu em veículos como o jornal The Guardian, o equivalente britânico da esquerdista e quase falida Carta Capital.

David Mirando por sua vez, já foi acusado na Inglaterra de espionagem e ligações com o grupos terroristas. Ele é conhecido por sua retórica vitimista e virulenta contra os conservadores e pela defesa igualmente agressiva das principais pautas diversionistas do movimento comunista internacional.

Uma operação política travestida de perseguição
Em nosso entender, até que surja evidência material em contrário, essa fuga anunciada de Jean Wyllys é apenas uma etapa de uma operação política destinada a promover guerra política da esquerda contra o novo governo a partir do exterior, e possivelmente no conforto de Paris.

A operação também visaria ceder o mandato do histriônico, porém caricatural e desacreditado Jean Wyllys, para um ativista de esquerda igualmente histriônico, porém muito mais virulento: David Miranda. Se for caracterizada essa intenção, caberia interpelar Jean Wyllys e seu suplente por tentativa de fraude contra o parlamento nacional.

Nas redes sociais especula-se sobre possível relação entre a decisão de fuga de Jean Wyllys e o andamento das investigações da tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro. Ainda que não tenhamos elementos materiais que corroborem essa ligação, é fato sabido que o Adélio Bispo foi filiado ao PSOL e teria frequentado gabinetes de parlamentares da sigla.

Cumpre ainda lembrar que tão logo Adélio Bispo foi preso, a Polícia Federal prendeu também um alto dirigente do grupo terrorista Hezbollah que havia chegado ao Brasil. Como o esfaqueador passou a ser de valor inestimável para as investigações, fica evidente que a visita do terrorista do Hezbollah naquele momento tinha o claro propósito de fazer uma queima de arquivo.

Esses fatos, quando associados, permitem conjecturar que a fuga de Jean Wyllys pode talvez dever-se também a uma possível perseguição, mas não por parte de quem o deputado psolista alega, de maneira cínica e mentirosa. Obviamente a polícia e os serviços de inteligência em breve elucidarão essas questões.

Por ora, a única certeza que se tem é a de se Jean Wyllys for mesmo fugir, não será para Cuba, ou Venezuela ou Coreia do Norte. Pois como sabemos, a escória de ativistas e militantes de esquerda defende o comunismo sempre para os outros, jamais para eles próprios, que nunca abrirão mão das vantagens de viver numa sociedade livre, democrática e próspera. E com o foragido Jean Wyllys não vai ser diferente.   #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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