por paulo eneas
O governo gasta mais de 1 bilhão de reais por ano do orçamento federal com o programa de pensões a anistiados políticos, instituído pelo ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. Conhecida como bolsa-ditadura, esse programa consome anualmente um valor corresponde a uma fração apreciável do Bolsa Família.

O deputado federal Márcio Labre (PSL-RJ), na primeira semana de seu mandato, protocolou na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei que pede a revisão dos valores pagos aos anistiados políticos desde a implantação do programa, que já consumiu bilhões de reais dos cofres públicos para beneficiar supostos perseguidos, punidos, demitidos, presos ou cassados no período de 1964 até 1985.

Segundo levantamentos, existem mais de 75 mil pedidos de anistia e indenizações protocolados desde o início do programa. Somente no ano de 2017, cerca de 10 mil anistiados receberam indenizações mensais. Em alguns casos, essas indenizações mensais superam valores o teto constitucional de R$ 33,700 mensais.

Existem absurdos, como casos de pagamentos retroativos que superaram R$ 2 milhões. No total esses valores pagos aos militantes de esquerda, incluindo ex-guerrilheiros, que queriam implantar o comunismo no Brasil já somaram quase R$ 13,4 bilhões nos últimos 22 anos.

O pedido de revisão protocolado pelo deputado Márcio Labre, cuja íntegra pode ser vista nesse link aqui, estabelece a obrigatoriedade de auditoria pelo Tribunal de Contas da União para investigar irregularidades nos pagamentos. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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