por paulo eneas
O blog de clipping O Antagonista copiou e colou, como de hábito, artigo de outro veículo da grande imprensa no qual o autor recomenda ao Presidente Jair Bolsonaro procurar a grande imprensa, como se ele precisasse dela, e não o contrário. O autor do artigo, Carlos Alberto Di Franco, justifica sua quase súplica fazendo considerações sobre a imprensa e as redes sociais.

Essas considerações beiram ao risível, e ilustram o quanto a grande imprensa, por ter se tornado instrumento de guerra política da esquerda, descolou-se da realidade e dos anseios de seu próprio público consumidor. Analisamos a seguir alguns trechos desse artigo, que foi publicado originalmente no Estadão, e replicado e endossado pelo blog de clipping, e que pode ser lido nesse link aqui.

O autor começa com um argumento pueril, afirmando que Bolsonaro não gosta da imprensa, como se as relações do governo com a imprensa fossem pautadas pelos gostos do presidente. O que está em questão é o fato, ignorado pelo autor, de a grande imprensa não gostar nem ter compromisso algum com a verdade, nem mesmo com a verdade factual.

Para isto basta analisar o histórico de mentiras, de fake news, de desinformação e distorções que a imprensa publicou ao longo dos anos em relação a Bolsonaro, inclusive durante a campanha. Considerando esse histórico, podemos dizer que o presidente tem sido até mesmo generoso no trato com a imprensa, e de nossa parte esperamos que continue assim.

A imprensa e as redes sociais
Em seguida, o autor brinda o leitor com uma platitude, dizendo que o presidente acredita, equivocadamente, que as redes sociais são a bola da vez. O autor ignora que foi por meio dessa suposta bola da vez que um candidato de direita, com apenas sete segundos de tempo de televisão e sendo caluniado o tempo todo por essa mesma grande imprensa que agora suplica-lhe atenção, conseguiu vencer as eleições.

Se o autor ainda não se deu conta desse fato, ele não tem qualificação alguma para fazer análise política, como de resto não tem a maioria dos analistas da grande imprensa, que erram miseravelmente em suas previsões. E não estando satisfeito em errar pouco, o autor prossegue afirmando que o presidente não percebe que agenda pública continua sendo determinada pelas empresas jornalísticas tradicionais.

Se a afirmação acima fosse verdadeira, caberia ao autor explicar o porquê de ele e o jornal em que ele trabalha estarem sendo pautados justamente pela atuação bem-sucedida do presidente nas redes sociais.

A afirmação constitui-se, portanto, num exercício de negação da realidade por parte de uma instituição, a grande imprensa, que paulatinamente vem perdendo sua relevância e credibilidade em todo o ocidente, não por culpa das redes sociais ou do novo governo, mas por culpa da própria grande imprensa e sua notória falta de compromisso ético com a verdade.

A imprensa e o novo governo
Em outro trecho, o autor diz que as críticas aos governantes, mesmo injustas, fazem parte do jogo. O que deveria fazer parte do jogo é o compromisso com a verdade e o respeito ao público por parte da grande imprensa, independentemente da intensidade das críticas que ela venha fazer ao governo.

Uma imprensa que tenta rotular de xenófobos e racistas aqueles que defendem a soberania nacional, que promove calúnias como responsabilizar o programa de meio ambiente do Governo Bolsonaro pela tragédia humana de Brumadinho, que usa de rotulagens para vilipendiar a bem-sucedida política externa soberana do novo governo, entre outros, não tem autoridade moral alguma para pleitear atenção do governo, sob o argumento de que críticas injustas fazem parte do jogo.

O autor finaliza tentando justificar o tratamento que a imprensa tem dado ao governo, procurando responsabilizar o próprio governo por esse tratamento. Ele afirma que por conta do tratamento recebido pelo governo, a imprensa tem sido exagerada e superficial no seu olhar crítico a um governo que está dando os primeiros passos. Nada poderia ser mais cínico, pois não existe exagero ou superficialidade.

O que existe é a decisão deliberada da imprensa de atacar e combater o governo, usando de mentira e desinformação, visando fazer guerra política. E visando também obter, por meio de chantagem midiática, acesso a benesses e vantagens a que essa grande imprensa dependente de verbas publicitárias públicas esteve acostuma durante os governos tucanos e petistas.

O presidente Jair Bolsonaro não tem que procurar a grande imprensa. O público, eleitor ou não de Bolsonaro, não precisa procurar a grande imprensa para se informar, pois para isso existem as redes sociais, que informam melhor sem o filtro enviesado e desinformante da imprensa.

Quem precisa procurar alguma coisa é a própria grande imprensa, que deverá escolher seu papel na sociedade. Ou ela escolhe ser um meio de informação complementar às redes socias, ou ela escolher permanecer o que ela é hoje: um instrumento de guerra política em favor de ideologias rechaçadas pela maioria dos brasileiros e contrárias aos interesses nacionais. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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