por paulo eneas
O STF possivelmente irá julgar nessa quarta-feira, 13/02/2019, uma ação direta de inconstitucionalidade por omissão, ADO, que pretende criminalizar a chamada homofobia. O termo foi sequestrado pela esquerda da literatura médico-psiquiátrica para ser usado como meio retórico de instrumentalização das pessoas homossexuais para as causas político-ideológicas revolucionárias levadas a cabo pela própria esquerda.

Essa iniciativa da esquerda junto ao STF, ancorada na noção de inconstitucionalidade por omissão, que por sua vez constitui-se na base do ativismo judicial, mostra que um dos principais instrumentos da guerra política revolucionária é justamente a tentativa recorrente por parte da esquerda de fazer o cerceamento da liberdade de expressão, por meio da criminalização do pensamento divergente daquele imposto hegemonicamente pela própria esquerda.

Possivelmente o STF não dará prosseguimento a ação e irá suspende-la, como fez em dezembro do ano passado. E se a corte o fizer de novo não será por zelo institucional ou abandono de sua vocação para o ativismo, mas por ter recebido recados claros nesse sentido.

Iniciativas como essa ADO mostram que a esquerda é incompatível com a vida democrática. Mostram também que se existe algo que precisa ser criminalizado são as ideologias de esquerda, responsáveis ao longo da história por regimes de ditaduras que promoveram o genocídio de dezenas de milhões de pessoas.

As democracias ocidentais baniram no século passado o fascismo e o nazismo, filhos bastardos da mesma ideologia que deu origem ao comunismo-socialismo. Resta agora banir também os seus progenitores, como já têm feito países como Hungria e Polônia. Pois ao contrário do senso comum, a esquerda revolucionária não é apenas uma corrente política a mais da vida social: ela representa um câncer em qualquer sociedade, e por isso precisa e deve ser extirpada.

Nota:
Daqui a pouco iremos publicar um artigo mostrando a real intenção dessa ADO, que não é de forma alguma proteger as pessoas homossexuais contra eventuais injustiças, mas sim impor a censura à livre expressão de pensamento religioso ou de viés conservador.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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