por paulo eneas
A Revista Veja divulgou nessa tarde de terça-feira, 19/02/2019, um conjunto de áudios de conversas entre o Presidente da República Jair Bolsonaro e seu ex-ministro Gustavo Bebianno. Na chamada da matéria, a revista diz que os áudios provam que o presidente mentiu. Portanto, a revista acusa o presidente de ter mentido. No entanto, conforme mostramos abaixo, os áudios provam justamente o contrário: que grande imprensa inteira mentiu e foi conivente com um conluio para incriminar o presidente.

No primeiro áudio, o presidente ordena o ex-ministro a cancelar audiência com executivo da Rede Globo. No segundo áudio, o presidente ainda sugere ao ex-ministro para ele entender o caminho pelo qual está, fazer uma reflexão e voltar à normalidade, e acusa o ex-ministro de vazar informações para a Folha de São Paulo. No terceiro, ele desautoriza uma viagem do ex-ministro. No áudio seguinte, ele questiona o então ministro sobre um viagem à Amazônia.

No quinto e mais importante áudio, o presidente confirma a mensagem no twitter publicada por Carlos Bolsonaro, na qual o filho do presidente desmente Gustavo Bebianno. O presidente diz no áudio:

O caso incitando a saída é mais uma mentira, e você conhece muito bem a imprensa, melhor do que eu. Agora, você não falou comigo nenhuma vez no dia de ontem. Ele [Carlos Bolsonaro] esteve comigo vinte quatro horas por (do) dia, então ele não está mentindo nada, nem está perseguindo ninguém.

No sexto áudio Jair Bolsonaro mostra sua indignação ao dizer ao ex-ministro que afirmar que ele, o ex-ministro, usou do WhatsApp para falar três vezes com o presidente já seria demais da parte dele, do ex-ministro. Nesse áudio o presidente diz que não irá mais responder a Bebianno e diz que sabe que o ex-ministro é quem manda no Antagonista. Diz o presidente:

Dias antes você pregou [plantou] uma nota lá [no blog de clippings] dizendo que tentou falar comigo no domingo. Eu sabia qual era a intenção: era exatamente dizer que conversou comigo [sobre as denúncias de irregularidades na campanha] e estava tudo bem. Agora, faz favor: ou você restabelece a verdade ou não tem conversa a partir daqui pra frente.

No oitavo áudio, Jair Bolsonaro identifica claramente a intenção do ex-ministro de tentar, por meio de notas plantadas na imprensa, envolver o presidente nas denúncias de irregularidades financeiras na campanha do PSL. Diz o presidente:

Querer empurrar essa batata quente desse dinheiro para a candidata de Pernambuco para o meu colo, aí não vai dar certo. Isso é desonestidade e falta de caráter! Todas as notas pregadas [plantadas na imprensa] nesse sentido, foram nesse sentido exatamente. A Polícia Federal já entrou no circuito para apurar a verdade. Quem deve, paga.

Áudios provam que Carlos Bolsonaro disse a verdade e que Bebianno mentiu
Os áudios provam para a além de qualquer dúvida que Carlos Bolsonaro agiu de modo correto ao afirmar publicamente pelo twitter que o ex-ministro mentiu ao afirmar que havia conversado com presidente sobre as denúncias de irregularidades financeiras na campanha do PSL.

O áudios também trazem a evidência, nas palavras do próprio presidente, daquilo que estamos afirmando no Crítica Nacional desde muito antes desse episódio: o ex-ministro era a principal fonte da grande imprensa para obter desinformação e promover a guerra política contra o governo, especialmente contra militares e contra os antiglobalistas.

Esse fato não é novidade: Gustavo Bebianno e seus aliados como Julien Lemos jamais tiveram compromisso algum com a direita ou com os conservadores. Isso ficou evidenciado já antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral, com a perseguição política e o boicote sistemático que ambos fizeram a lideranças de grupos de direita em todo o País, especialmente na região Nordeste.

Revista Veja pode ter incorrido em crime contra a honra do presidente
A revista divulgou os áudios afirmando que eles desmentem o presidente, indicando portanto que a revista entende que o presidente mentiu. Acusar o Presidente da República de ter mentido é uma acusação grave: ou a revista dá evidências robustas dessa suposta mentira, e estas supostas evidências não estão presentes nos áudios divulgados, ou deverá ela responder por tal crime.

Além disso, a divulgação por parte de terceiros de conversas gravadas entre duas outras partes constitui-se em crime. Nesse caso, também um crime contra a honra subjetiva do presidente. A lei estabelece que essa divulgação, feita por terceiros, é uma conduta ilícita. Em um eventual processo judicial por iniciativa do presidente, tanto a revista quanto o ex-ministro seriam acionados.

A divulgação desses áudios pela revista, que seguramente não os obteve da parte do presidente, constitui-se num desfecho adicional àquele da exoneração ocorrida ontem. É o desfecho que mostra que houve um conluio armado pelo ex-ministro, respaldado pela grande imprensa a quem ele servia, para tentar incriminar o presidente Jair Bolsonaro.

O presidente não foi atingido por essa ação de conluio graças a sua inteligência política e sua integridade ético-moral, e graças à lealdade de seu filho, Carlos Bolsonaro, que tem sido o guardião e o escudo civil do presidente da república. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

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