por paulo eneas
O presidente Jair Bolsonaro entregou na manhã dessa quarta-feira ao Congresso Nacional o projeto de Reforma da Previdência elaborado pela sua equipe econômica. A reforma previdenciária será a principal agenda econômica do Congresso Nacional ao longo desse semestre. Existe o consenso entre economistas e empreendedores de que as mudanças na Previdência Social são imprescindíveis para assegurar o equilíbrio das contas públicas, garantir as aposentadorias atuais e futuras, e criar as condições para o crescimento sustentado da economia.

No entanto, ao contrário de declarações errôneas dadas recentemente por algumas lideranças do PSL, e contrariamente ao que foi afirmado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a importância inegável da reforma previdenciária não pode nem deve servir de pretexto para deixar em segundo plano a agenda conservadora do governo. Agenda essa que algumas dessas lideranças e o presidente do parlamento estão chamando erroneamente de pauta de costumes, como se essa agenda envolvesse costumes e não a defesa de valores caros à maioria dos brasileiros.

Jair Bolsonaro foi eleito presidente da república com quase sessenta milhões de votos por conta de sua defesa intransigente da família e da propriedade. Pela sua ênfase na proteção à infância e à adolescência contra a sexualização precoce nas escolas, e pela sua defesa da vida e do legítimo direito de defesa, bem como pelo seu compromisso com o Escola Sem Partido.

Jair Bolsonaro foi eleito pela sua defesa da soberania nacional e pelo reposicionamento soberano do Brasil no cenário geopolítico internacional. Ou seja, o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com uma pauta conservadora, que expressa a vocação e os valores cristãos da maioria dos brasileiros.

Essa pauta conservadora do programa de governo aprovado nas urnas incorpora, obviamente, um programa liberal na economia. Um programa liberal que implica na redução do Estado, diminuição da carga tributária, incentivo ao empreendedorismo, defesa do livre mercado e redução da ingerência do Estado na economia. A necessária reforma previdenciária insere-se nesse escopo, e é um compromisso de campanha tão relevante que o presidente apresentou o projeto pessoalmente ao Congresso Nacional.

Mas esse gesto não pode nem deve de forma alguma ser interpretado como excludente em relação aos demais compromissos assumidos ao longo da campanha, especialmente aqueles relacionados ao núcleo conservador que levou Jair Bolsonaro à vitória. De nossa parte, temos a convicção de que o presidente tem esse entendimento. Resta aos atores políticos, incluindo as lideranças do partido governista, terem também essa clareza e não procurarem enxergar apenas aquilo que querem ver. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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