por paulo eneas
A Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, participou nessa segunda-feira de seu primeiro encontro internacional em Genebra. Em seu discurso de abertura do Segmento de Alto Nível da 40º Sessão do Conselho das Nações Unidas, a ministra agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro pela confiança e assegurou o compromisso do presidente brasileiro com os direitos humanos, com a defesa da democracia e com o estado de direito.

O ponto alto do discurso da ministra foi sua defesa enfática do direito à vida desde a concepção, numa condenação explícita ao assassinato de fetos patrocinado em todo o mundo ocidental pela ONU e suas agências, sob o rótulo de direitos reprodutivos da mulher. Foi a primeira vez que o Governo do Brasil manifestou-se clara e oficialmente contra o aborto em um organismo geral da ONU.

Depois de mencionar o compromisso do Governo Bolsonaro com políticas públicas de proteção às mulheres, às crianças e às famílias, bem como a atenção às pessoas idosas e com deficiência, a ministra fez ao nosso ver uma concessão retórica desnecessária à agenda diversionista, ao falar em combate ao racismo e a discriminação racial e discriminação contra pessoas homossexuais.

É uma concessão desnecessária pois a lei brasileira já pune de forma severa qualquer forma de racismo e agressão aos direitos fundamentais de uma pessoa por conta de sua orientação sexual. Da mesma forma, o compromisso do governo com os direitos humanos no sentido original da expressão incorpora a garantia dos direitos fundamentais de cidadania a qualquer pessoa, independentemente de suas orientação sexual, credo religioso e grupo étnico a que pertence.

Portanto, essa concessão retórica da ministra foi desnecessária, embora deva ser vista como efeito colateral de décadas de um intenso e poderoso lobby político e cultural da agenda identitária e diversionista da esquerda, agenda essa que instrumentaliza as pessoas homossexuais e segmentos étnicos da população para seus propósitos revolucionários.

Esse efeito colateral, no entanto, não compromete nem obnubila o esforço inegável que a Sra. Damares Alves vem fazendo no ministério que chefia, para levar adiante o efetivo compromisso do Governo Bolsonaro na defesa das mulheres, da família e das crianças, bem como idosos e pessoas com deficiência. Colaboração de Angelica Ca. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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