por paulo eneas
O jornal Estadão publicou nesse domingo mais um lixo de matéria, assinada pelo jornalista José Fucs, que ilustra à perfeição o desespero da grande imprensa com a perda da hegemonia de cunho esquerdista que ela exerceu por anos na opinião pública brasileira. No artigo, eivado de suposições mentirosas e falsas, o jornalista traz uma lista de influenciadores e de websites noticiosos e de opinião, como o Terça-Livre, Senso Incomum, Crítica Nacional e outros, a quem ele acusa de formar uma suposta horda de milícias virtuais destinadas a promover difamação.

A afirmação do jornalista é mentirosa, e constitui-se em calúnia passível de ação judicial, uma vez que milícias são ilegais. Além do crime de calúnia, o jornalista mente ao acusar o presidente Jair Bolsonaro de promover ataques contra a grande imprensa. Trata-se de uma mentira pois, como é sabido, o hoje presidente Jair Bolsonaro sempre foi alvo de ataques, calúnias e difamações por parte da grande imprensa. O que o presidente faz hoje é usar as redes sociais para apontar quando a imprensa está mentindo, o que ocorre diariamente, em relação a ele e ao seu governo.

Na matéria mentirosa publicada no Estadão, José Fucs não poupa ataques ao professor Olavo de carvalho, ao assessor presidencial Filipe Martins, a quem atribui de maneira mentirosa a responsabilidade pelas falas recentes do professor Olavo, e ao vereador Carlos Bolsonaro, além de outros assessores. O jornalista também mente ao reproduzir outra mentira, dessa vez do blog O Antagonista, envolvendo o vice-presidente, General Hamilton Mourão, no universo pseudo-conspiracionista que, na mentalidade da grande imprensa, existiria no entorno das pessoas mais próximas ao Presidente Bolsonaro.

Juntamente com a reportagem mentirosa, que expressa o lamento profundo da grande imprensa ante a perda da sua hegemonia, o jornalista traz uma lista de websites e de influenciadores da opinião pública que, nas palavras dele, fariam parte desta suposta horda de milícias virtuais. A reação do público leitor diante da lista foi oposta àquela que o jornalista esperava: a quase totalidade dos leitores que comentaram o artigo lixo de José Fucs afirmaram que iriam seguir os websites e influenciadores listados.

O fato é que a grande imprensa está morrendo. E ela está morrendo não por ataques por parte do chefe de governo ou de quem quer que seja. Ela está morrendo por perda progressiva e acelerada de credibilidade, decorrente da falta de compromisso dessa grande imprensa com a verdade. E também está morrendo porque estão sendo fechadas as torneiras por onde jorravam os recursos públicas que a alimentavam.

A grande imprensa está morrendo porque uma parcela crescente do público prefere as redes sociais e os veículos informativos e de opinião de viés conservador, como o Crítica Nacional que têm demonstrado um compromisso inequívoco com a verdade. Portanto, o artigo lixo de José Fucs no Estadão não passa de um atestado dessa morte lenta. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


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