paulo eneas
Durante as mais de quatro horas de sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados na tarde de quarta-feira, 03/04, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, foi alvo de ataques e insultos de todo tipo promovidos pela bancada comunista que protagonizou a sessão, e que não estava interessada em debater e esclarecer pontos do projeto da Nova Previdência, mas sim em fazer guerra política contra o governo. Uma guerra que a bancada comunista perdeu, quando Paulo Guedes resolveu deixar de lado a exposição técnica e responder aos ataques e insultos.

O Ministro da Economia iniciou sua exposição apresentando o porquê da necessidade de uma mudança no sistema previdenciário nacional, principalmente por conta da enorme pressão fiscal que o atual sistema exerce. Uma pressão decorrente da inviabilidade do modelo previdenciário contributivo de inspiração socialdemocrata adotado no Brasil, modelo esse que torna-se inviável à medida em que a pirâmide etária torna-se mais alargada.

Paulo Guedes reconheceu, ainda que maneira indireta, o erro da proposta de reforma no que diz respeito às alterações sugeridas no pagamento dos Benefícios de Prestação Continuada, ou BPC, que dificilmente serão alteradas da forma como foi proposto. Destacou de maneira enfática que atualmente as mulheres de baixa renda se aposentam em média com idade próxima a 62 anos e com benefícios inferiores a dois salários mínimos.

O ministro falou também, ainda que em linhas gerais, do mecanismo para a transição opcional para um sistema de previdência baseado na capitalização e foi enfático em afirmar que esse modelo será completamente apartado do sistema bancário, desfazendo desse modo a mentira repetida constantemente pela esquerda de que esse modelo previdenciário de caráter individual, diferentemente do modelo atual de base coletivista, tornaria a previdência refém do sistema bancário.

Contra-ataque e vários cala-bocas na bancada comunista
A exposição não progrediu a contento porque a bancada comunista, muito bem articulada e sabendo fazer uso inteligente do regimento para poder exercer o protagonismo na sessão, resolveu o tempo todo atacar o ministro e a proposta, usando daquilo que a esquerda mais sabe fazer: mentir e insultar.

Vários integrantes da bancada demonstraram desconhecer a proposta e o próprio tema da previdência em si ao confundirem, por exemplo, sistema contributivo com mecanismo particionado de financiamento entre empregador, empregado e setor público, mecanismo esse que independe do modelo ser contributivo, como o atual, ou de capitalização.

Os insultos e ofensas foram respondidos à altura por Paulo Guedes, que em dado momento apontou o dedo para a bancada comunista afirmando que eles, os comunistas, estiveram no poder por dezoito anos e foram incapazes de resolver o problema previdenciário. Pelo contrário, ocuparam-se em transferir recursos públicos para JBS e para milionários. Diante das mentiras ditas pela bancada a respeito do sistema de capitalização, Guedes usou de ironia para dizer que possivelmente o sistema previdenciário venezuelano estaria melhor.

A guerra política tal como ela deve ser feita
Paulo Guedes experimentou por quatro horas aquilo que o então deputado Jair Bolsonaro vivenciou por quase trinta anos: ser atirado aos leões e atacado por todos os lados. Guedes reagiu do mesmo modo como o então deputado e hoje presidente reagia e reage, transformando os leões em gatinhos tchutchucos: deu um cala-boca na bancada comunista e mostrou para todo País que os comunistas e socialistas não estão preocupados em resolver os problemas nacionais, mas sim em defender seus privilégios.

O desempenho tanto técnico quanto político de Paulo Guedes no embate contra os comunistas do Congresso merece ser aplaudido pois, no enfrentamento político, ele agiu como agiria o seu chefe, o Presidente Bolsonaro. O desempenho do ministro mostra que as críticas feitas por certos setores liberais à conduta do Presidente Bolsonaro na esfera da guerra política não têm fundamento, pois um dos ícones desses mesmos liberais, Paulo Guedes, procedeu exatamente da mesma forma que seu chefe, e foi merecidamente aplaudido por esses mesmos setores.

A política, principalmente quando se é governo, demanda negociação e diálogo, óbvio. Mas há uma diferença entre dialogar com outras forças políticas e lidar com comunistas e corruptos. Com estes últimos não pode haver diálogo ou negociação, ainda que disfarçados sob o eufemismo de articulação política.

Os comunistas e corruptos do Parlamento devem ser tratados da forma como Paulo Guedes fez: apontar-lhes o dedo na cara e dizer o quanto destruíram o País. Paulo Guedes fez a guerra política da maneira como deve ser feita: da mesma forma que o presidente Jair Bolsonaro vem fazendo há anos e que, por isso mesmo, o fez chegar à Presidência da República. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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