por paulo eneas
Na cobertura dos dois atentados recentes de maior impacto na opinião pública internacional, a grande extrema imprensa revelou o duplo padrão moral empregado por ela para descrever eventos similares. O atentado contra uma mesquita na Nova Zelândia ocorrido há cerca de um mês foi descrito como exemplo de intolerância e de agressão contra muçulmanos causadas por uma suposta islamofobia.

No entanto, essa mesma grande imprensa descreveu o atentado ocorrido contra Igrejas no último domingo em Sri-Lanka como sendo um ataque contra pessoas cultudores da Páscoa. Ou seja, a grande imprensa recusou-se a dizer que se tratou de um crime praticado contra cristãos, em um exemplo do que muitos chamam de cristofobia: a perseguição sistemática praticado contra os cristãos no mundo inteiro.

Uma perseguição que é praticada essencialmente por muçulmanos, com a anuência e aquiescência da grande imprensa internacional, que em geral omite-se sobre esse fato, e com o endosso tácito das principais lideranças políticas globalistas do Ocidente.

A grande imprensa a rigor até mesmo evita empregar o vocábulo cristão ou cristãos, como se ele tivesse sido banido, e descreve os seguidores e conversos da maior religião do mundo como sendo pessoas adoradoras da Páscoa, numa clara inflexão orwelliana da descrição da realidade.

Nos Estados Unidos, as principais lideranças do Partido Democrata, que é o maior partido comunista-socialista do mundo, fizeram declarações públicas em relação ao atentado do Sri-Lanka usando os mesmos termos da grande imprensa, e recusaram-se a empregar o vocábulo cristão ou cristãos.

Para Barack Obama e Hillary Clinton, o crime que terroristas muçulmanos praticaram no último domingo contra cristãos foi uma agressão a pessoas adoradores da Páscoa. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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