Em Entrevista Lula Ataca Presidente Bolsonaro & Agradece Ao Vice Mourão

 

por paulo eneas
Em entrevista aos jornais esquerdistas Folha de São Paulo e El País na última sexta-feira, 26/04, o presidiário e chefe criminoso petista, Lula, desferiu ataques virulentos contra o Governo Bolsonaro, contra a pessoa do Presidente Jair Bolsonaro e seus filhos, e contra o programa de governo e a agenda conservadora aprovados pela maioria dos eleitores brasileiros nas eleições do ano passado.

A entrevista foi realizada mediante autorização judicial, autorização essa ancorada na frágil e frouxa Lei de Execução Penal. Uma lei que é extremamente leniente com o criminoso condenado e preso, quando na verdade deveria ser um instrumento legal concebido para proteger e blindar a sociedade em relação aos criminosos que já estão presos.

A entrevista serviu essencialmente para o criminoso condenado fazer proselitismo político, para o quê contou com a colaboração dos jornalistas entrevistadores, sendo que uma delas é sabidamente uma porta-voz informal dos interesses petistas. Em um dado momento da entrevista, o chefe criminoso petista referiu-se ao vice-presidente da República em tom positivo, afirmando “ser grato” ao vice-presidente “pelo que ele fez na morte de meu neto”.

Uma fala inoportuna e desnecessária do vice-presidente
O criminoso petista referia-se a mais um comentário desnecessário e inoportuno do vice-presidente quando do falecimento do neto de Lula, que foi beneficiado com o direito que a lei concede a presos condenados de poderem estar presentes, escoltados, no sepultamento de familiares. O vice-presidente afirmou na época ser favorável à medida por se tratar de uma questão humanitária.

O vice-presidente deveria, nesse episódio, ter seguido a determinação do Presidente Jair Bolsonaro e abster-se de comentar a decisão judicial. A decisão da justiça nesse caso foi amparada na lei, a lei foi cumprida, e qualquer comentário da parte de membros do poder executivo seria absolutamente irrelevante e desnecessário. E o mais importante: a fala do vice-presidente, independentemente de sua intenção, foi interpretada como um aceno positivo à esquerda.

O agradecimento fingido e cínico do chefe criminoso petista ao vice-presidente não foi um gesto de civilidade por razões humanitárias, haja vista que o próprio presidiário não se furtou de usar do sepultamento do neto para transformar o esquife de uma criança em palanque para discurso político. O agradecimento foi uma resposta aos acenos, ainda que involuntários, que o vice-presidente vem fazendo à esquerda.

Uma visita e uma honraria desnecessárias do vice-presidente
São esses acenos que explicam a absoluta e desnecessária visita feita na semana passada, acompanhada do recebimento de honrarias, por parte do vice-presidente ao Estado do Piauí, governado por petistas. Visita essa que, outra vez ainda que à revelia da intenção do vice-presidente, foi também interpretada como mais um aceno às esquerdas.

É claro que o Presidente da República, ou o vice-presidente no exercício da presidência quando da ausência do titular, pode e deve receber prefeitos e governadores, não importa de que partido, na sede do Governo Federal para tratar de modo transparente de assuntos republicanos do interesse da população de cada estado ou município. Mas essa obrigação institucional não pode ser confundida com um gesto susceptível a outro tipo de interpretação política.

Esses acenos constantes à esquerda por parte do vice-presidente têm disseminado confusão e desorientação junto à base conservadora que apoia o governo, e enviam péssimos sinais ao Congresso Nacional, sinais esses que podem resultar no médio prazo enfraquecimento político do Presidente Bolsonaro no parlamento.

De escudo e espada a pedra no sapato
O vice-presidente Hamilton Mourão afirma desde o ano passado que sua missão é ser o escudo e a espada do Presidente Bolsonaro. Nunca duvidamos dessa intenção do vice-presidente, manifestada por meio de uma expressão verbal simbólica de sua lealdade ao titular. No entanto, o vice-presidente vem adotando uma desastrosa estratégia de atuação política de acenos à esquerda e tratamento generoso com a grande imprensa inimiga declarada do Governo Bolsonaro.

Essa estratégia desastrosa está transformando o escudo e a espada em uma pedra no sapato do Presidente Bolsonaro. Uma pedra que poderá no médio prazo transformar-se numa facada, ainda que involuntária. Por essa razão, esperamos e acreditamos que o vice-presidente venha a reavaliar e rever a estratégia que ele vem adotando de comunicação e de atuação política, pois ela até o momento não trouxe benefício e segurança alguma para o Presidente Bolsonaro, indicando assim que o vice-presidente está falhando em sua missão. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

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