Estados Unidos Suspendem Tarifas Contra México Após Acordo Sobre Imigração Ilegal

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por paulo eneas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou nos últimos dias como conduzir negociações em posição de força visando obter resultados que interessam ao país que ele governa. Conforme o Crítica Nacional informou na semana passada, o governo norte-americano havia ameaçado impor tarifas de importação aos produtos vindos do México caso o governo daquele país não tomasse medidas concretas para barrar a imigração ilegal que ocorre na fronteira entre México e Estados Unidos. As tarifas iriam entrar em vigor na próxima segunda-feira.

Diante dessa pressão, uma delegação mexicana foi esta semana aos Estados Unidos para negociar e chegou-se a um acordo. Na noite de sexta-feira o presidente norte-americano anunciou a suspensão do aumento de tarifas programado para próxima segunda. E ao final da manhã desse sábado (08/06), Donald Trump anunciou em uma mensagem no twitter que os dois países chegaram a um entendimento que envolve o controle de fronteiras para cessar a imigração ilegal, além de terem firmado acordos comerciais bilaterais.

A maneira pela qual Donald Trump conduziu essas negociações deve servir de exemplo para outros líderes ocidentais quando se trata de defender os interesses de soberania nacional de seus respectivos países contra ações orquestradas por agentes globalistas. No caso do problema da imigração ilegal para os Estados Unidos através da fronteira mexicana, é sabido que essa imigração é estimulada e incentivada por agentes globalistas que financiam as chamadas caravanas, que arregimentam pessoas vindas do próprio México, mas também de outros países, para literalmente promover uma invasão civil dos Estados Unidos.

O paralelo com a situação venezuelana
Ao deixar claro que todas as opções estavam na mesa, o que no caso do México significava a imposição de tarifas de importação aos produtos mexicanos, o presidente dos Estados Unidos estabeleceu condições de força para levar a um bom termo negociações que já se arrastavam há mais de trinta anos. Esse método de negociação, onde um dos lados não descarta a priori nenhuma opção, deve e precisa ser usado por todos os países para defender seus interesses nacionais.

O mesmo vale, obviamente, para o Brasil no que diz respeito ao regime de ditadura narco-comunista da Venezuela: a persistência e a continuidade desse regime, ao contrário das expectativas errôneas criadas desde o início do Governo Bolsonaro de que a ditadura comunista de Maduro poderia ruir a partir de dentro, representa uma ameça à segurança nacional brasileira.

Cabe, portanto, ao governo brasileiro deixar claro em suas tratativas para pôr um fim àquele regime, que todas as opções estão na mesa, e não descartar a priori as opções que demonstrem a firme intenção do Brasil de colocar um fim ao regime de ditadura venezuelano.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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