O Presidente Bolsonaro & O General Melancia


por paulo eneas
O general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva acusou o Presidente Bolsonaro de ser antipatriota por conta da crítica feita pelo presidente ao governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB. Preocupado em defender o comunista, o general afirmou que Jair Bolsonaro teria ofendido todos os nordestinos, uma afirmação que não corresponde de modo algum à verdade.

A crítica de Jair Bolsonaro foi à conduta política do governador comunista, a quem o general fez questão de defender usando de uma distorção deliberada da fala do Chefe da Nação. Ao acusar o Presidente Bolsonaro de antipatriota, o general valeu-se de um expediente de discurso que beira à difamação, pois a acusação não encontra respaldo algum na trajetória política de Jair Bolsonaro.

O presidente reagiu de modo irônico ao insulto de Rocha Paiva, chamando-o de “melancia”, termo usado para designar aqueles que defendem as esquerdas, ainda que por meio de um discurso dissimulado. E o uso do termo melancia por parte do presidente parece não estar distante da verdade, uma vez que tão logo o episódio repercutiu, a quase totalidade dos websites de esquerda saíram em apoio o general defensor do comunista Flavio Dino.

Websites como Hora do Povo, Diário do Centro do Mundo, Brasil 247 e outros reproduziram as falácias habituais que todos os comunistas repetem contra o Presidente Bolsonaro, e ao mesmo tempo saíram na defesa do Sr. Rocha Paiva, enaltecendo seu currículo no Exército Brasileiro, e dando respaldo e guarida ao ataque que o general da reserva desferiu contra o Presidente da República. Um perfil no twitter chamado Resistência Chavista também saiu em defesa do general..

Uma convicção assentada na ignorância acerca do comunismo
Quando o professor Olavo de Carvalho, em sua análise do período militar, diz que o principal erro do regime foi ter ignorado a guerra cultural e permitido e colaborado para que os comunistas ocupassem os espaços nas universidades e em toda a mídia ainda durante o regime, o público tende a interpretar esse erro como tendo sido exatamente isso: um erro, decorrente do desconhecimento da guerra política e da multitude de estratégias adotadas pelo movimento comunista.

No entanto, um conjunto de fatos ocorridos desde o início do Governo Bolsonaro, e que levaram até mesmo a mudanças ministeriais, nos faz acreditar que existe algo além de um mero desconhecimento sobre a natureza do movimento comunista. O que parece haver é a convicção assentada na ignorância, que leva oficiais militares a acreditarem que a esquerda constitui-se apenas numa “corrente de pensamento”, com a qual se pode conviver tranquilamente em uma sociedade democrática.

É esta mesma convicção que enxerga na grande imprensa hoje apenas uma instituição “fiscalizadora do governo e destinada a informar ao público”, e não um agente político-ideológico a serviço da esquerda e descomprometido com a verdade, mas comprometido tão somente a empreender uma guerra política sem fim contra o Governo Bolsonaro, valendo-se inclusive de narrativas falsas e de fake news.

Por fim, é a mesma convicção também assentada sobre a ignorância a respeito do globalismo e sobre a diferença entre globalismo e globalização, que leva a acreditar que a defesa de valores conservadores e das firmes convicções anticomunistas representam não a reafirmação e a defesa de nossas bases civilizacionais, mas que constituiriam-se em exemplos de um suposto “extremismo radical de direita” a ser combatido e extirpado do atual governo.

Acusar o Presidente Bolsonaro de antipatriota, reproduzir a distorção politicamente correta e mentirosa criada em torno de sua fala, e sair em defesa de um governador comunista, constitui-se ao nosso ver em mais do que um exemplo de melancia: constitui-se na demonstração de como a ignorância sobre a natureza e os métodos do movimento comunista transforma o detentor dessa ignorância em um aliado involuntário dos verdadeiros inimigos País.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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