por paulo eneas
No âmbito da discussão que ocorreu essa semana sobre as circunstâncias da morte de Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB e militante esquerdista Felipe Santa Cruz, a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos do Ministério da Mulher, Família e Diretos Humanos emitiu um “atestado” sobre o seu desaparecimento.

O atestado é baseado nas conclusões da Comissão Nacional da Verdade, um circo montado pelo governo Dilma para prosseguir com a falsificação histórica do período do regime militar, uma vez que a comissão era formada exclusivamente por pessoas que estiveram e ainda estão do mesmo lado do espectro ideológico dos guerrilheiros e terroristas daquele período.

A falsificação histórica referendada pela Comissão Nacional da Verdade incluiu  principalmente a ocultação da real intenção da guerrilha comunista daquele período, que era de implantar um regime comunista no Brasil nos moldes cubano ou chinês. Incluiu também o esforço de demonização permanente e condenação moral das Forças Armadas Brasileiras junto à opinião pública. O “atestado” emitido pela atual comissão do Ministério dos Direitos Humanos diz:

Atestado sobre Fernando Santa Cruz
Conforme reconhecido às páginas 1.601/1.607, do Volume III, do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade, instituída pela Lei n° 12.528, de 18 de novembro de 2011, faleceu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro/RJ, em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro, no contexto da perseguição sistemática e generalizada à população identificada como opositora política ao regime ditatorial de 1964 a 1985.

O suposto “atestado”, ainda que curto, é bastante revelador do viés político e ideológico dos integrantes dessa comissão:

a) O “atestado” utiliza como fonte o relatório da Comissão Nacional da Verdade, cujo valor como fonte de referência histórica é o mesmo de uma nota de três reais.

b) Afirma que Fernando Santa Cruz faleceu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974. Logo, é uma suposição sobre a qual não se tem certeza e que, portanto, não cabe em um documento auto-intitulado “atestado”.

c) Declara que o militante em questão morreu em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro. Se não há nem mesmo certeza de onde e quando ocorreu a morte, como a comissão chegou a conclusão sobre as circunstâncias e a razão da morte? E com base em que afirma que foi causada pelo Estado? Se sim, qual órgão do Estado?

d) Diz também que a morte teria ocorrido no contexto da perseguição sistemática e generalizada à população identificada como opositora política. Trata-se de uma afirmação mentirosa e desonesta, típica de militantes de esquerda. Pois sabe-se que havia oposição política durante todo o regime militar, e nem por isso havia perseguição sistemática.

O que havia eram guerrilheiros e terroristas assassinos, que praticavam justiçamento contra seus próprios integrantes, além de ações de terror contra a população e contra agentes do Estado. Os justiçamentos praticados pela esquerda, por sua vez, o “atestado” se recusa a mencionar, e nunca foram investigados pelo circo da Comissão Nacional da Verdade.

Portanto, o “atestado” dessa comissão especial do Ministério dos Direitos Humanos tem tanto valor como verdade histórica quanto o relatório da Comissão Nacional da Verdade que lhe deu origem. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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