por angelica ca e paulo eneas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou nesta segunda-feira (05/08) o congelamento de todos os ativos e bens da Venezuela. A medida, considerada muito dura, foi tomada mediante a assinatura de uma ordem executiva, o que fez aumentar ainda mais a pressão diplomática e econômica sobre o ditador venezuelano Nicolas Maduro.

A medida coloca a Venezuela ao lado de países como Cuba, Coréia do Norte, Irã e Síria, que são alvo de duras sanções por parte do governo norte-americano. O texto da ordem executiva, que corresponde ao análogo norte-americano de um decreto brasileiro, estabelece que:

Todas as propriedades e interesses de propriedade do Governo da Venezuela que estão nos Estados Unidos (…) ficam bloqueados e não podem ser transferidos, pagos, exportados, retirados ou, de outra forma, negociados.

A proibição imposta pelo presidente norte-americano também impede transações com autoridades venezuelanas cujos ativos estão bloqueados, assim como proíbe empresas e cidadãos americanos de fazer negócios com o regime narco-comunista venezuelano. A proibição estende-se ao principais apoiadores do regime.

O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, que participa da cúpula do Grupo de Lima em Lima no Peru nesta terça-feira (06/08), comentou sobre a ordem executiva assinada pelo presidente norte-americano afirmando que o tempo do diálogo acabou e que agora é hora de ação e que o ditador Maduro está no fim da linha. John Bolton afirmou também que a ordem executiva é um sinal claro aos que queiram fazer negócios como o ditador Nicolás Maduro: procedam com extrema cautela.

O conselheiro observou que os Estados Unidos têm usado ferramentas econômicas robustas contra ditaduras, ferramentas essas que funcionaram no Panamá e na Nicarágua, e que irão atingir seu objetivos também na Venezuela e, por extensão, em Cuba que já é alvo de bloqueio comercial americano. China e Rússia, parceiros econômicos fundamentais para a manutenção do regime ditatorial de Maduro, ainda não se pronunciaram a respeito. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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