por angelica ca
Após o encerramento nesta terça-feira (06/08) da Conferência pela Democracia na Venezuela, realizada pelo Grupo de Lima na própria capital peruana, o governo brasileiro adotou medidas que visam impedir a entrada de altos funcionários pertencentes ao governo do ditador venezuelano Nicolas Maduro em território brasileiro.

A medida foi anunciada pelo Ministro das Relações Exteriores, chanceler Ernesto Araújo, que elaborou juntamente com o Ministério da Justiça uma lista com os nomes dos altos funcionários ligados ao ditador Maduro. Nesse contexto, o chanceler brasileiro afirmou em nota que:

(…) em linha com as recomendações adotadas pelo Grupo de Lima, o governo brasileiro decidiu editar portaria interministerial com o objetivo de impedir a entrada de altos funcionários do regime venezuelano em território brasileiro. Trata-se de ato que encontra respaldo no ordenamento jurídico brasileiro.

A portaria ministerial que regulará a proibição está em fase final junto aos ministérios das Relações Exteriores e da Justiça e Segurança Pública para sua publicação. E estará em constante fase de atualização, com a provável adição de outros nomes ligados da ditadura chavista, devido a dinâmica e violência internas vividas na Venezuela. Em seu Twitter, Ernesto Araújo manifestou-se enfaticamente registrando que:

Toda a comunidade internacional precisa enxergar: de um lado o governo constitucional de Guaidó, de outro, o regime genocida de Maduro que sobrevive pela força. Quem defende a liberdade e dignidade humana só tem uma opção: #FueraMaduro.

Desde o início do Governo Bolsonaro, o Brasil tem exercido o protagonismo na América Latina no enfrentamento diplomático e político ao regime de ditadura narco-comunista venezuelano, tendo à frente desse processo, o Ministro da Relações Exteriores, Ernesto Araújo. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

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