por angelica ca e paulo eneas
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, anunciou nesta quarta-feira (14/08) uma série de medidas econômicas com objetivo de reduzir os impactos causados pela desvalorização da moeda argentina. Durante seu discurso, Macri afirmou que as medidas tomadas iriam beneficiar 17 milhões de trabalhadores e suas famílias, bem como todas as pequenas e médias empresas.

De acordo com informações do jornal La Nacion, o governo argentino anunciou aumento do salário mínimo, congelamento do preço da gasolina e combustíveis por 90 dias e alívio da carga tributária. Macri também pediu desculpas ao povo argentino por suas declarações durante a coletiva concedida à imprensa na segunda-feira, em que ele culpava o kirchnerismo pelo tremor nos mercados e pelo aumento do dólar.

Ele prometeu “fazer o impossível” para acompanhar e aliviar a vida dos argentinos que foram afetados pelas dificuldades advindas da crise desencadeada na última segunda-feira após a vitórias dos socialistas e comunistas na eleições primárias do último domingo, que fizeram o dólar disparar e promoveu uma queda sem precedentes na Bolsa de Valores daquele país, ante o risco da volta da esquerda ao poder.

O pedido de desculpas de Macri vem no rol da sucessão de erros políticos e de condução da economia por parte do chefe de governo argentino. Ao pedir desculpas em vez de afirmar que a situação criada na economia após as primárias é uma amostra do desastres que representaria para os argentinos a volta dos socialistas ao poder, Macri exibe mais uma vez sua incapacidade para fazer o embate político com o Foro de São Paulo.

Soma-se a isso a incapacidade de seu governo de, ao longo de quatro anos, não ter sido capaz mobilizar apoio da população para adotar as medidas necessárias para tirar a economia argentina do abismo em que ela foi lançada pelo Foro de São Paulo, através das mãos de Cristina Kirchner.

A despeito dessa incapacidade política, não resta aos argentinos hoje outra alternativa que não reeleger Mauricio Macri, se não quiserem ver seu país transformado numa Venezuela do Sul pelas mãos de Alberto Fernández, o poste falante da criminosa Cristina Kirchner. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Deixe um comentário