por paulo eneas
É espantosa a visível desorientação e a falta de clareza na comunicação pública por parte do PSL em relação ao posicionamento e conduta do partido quanto à votação do projeto de lei de abuso de autoridade, que foi aprovado ontem (14/08) na Câmara dos Deputados, em votação de legalidade discutível.

Há questionamentos não esclarecidos sobre o porquê de o líder do partido, Delegado Waldir, ter assinado o requerimento de urgência para a votação, supondo que a assinatura que consta no requerimento seja mesmo a dele. E se não é a dele, porque o deputado até o momento não se manifestou.

Também existe um forte questionamento à indefinição do partido em relação a ingressar no STF pedindo o anulamento da votação na Câmara dos Deputados ocorrida ontem, pois existe suspeita de que o Rodrigo Maia tenha atropelado o regimento ao aceitar em condições irregulares o requerimento para urgência de votação.

Da mesma forma, causou perplexidade o argumento atribuído ao Delegado Waldir, e que também circulou na grande imprensa e nas redes sociais nessa quinta-feira (15/08), de que não haveria necessidade de questionar a votação no STF uma vez que as próximas eleições estão bem distantes (!!!).

O fato é que a postura do PSL tem gerado questionamentos bem fundamentos entre os apoiadores do Presidente Bolsonaro. O presidente irá se tornar agora alvo de pressão por parte de seus próprios apoiadores para o veto total ou parcial do projeto.

E enquanto seu partido, o PSL, comunica pessimamente com a opinião pública a respeito da lei aprovada, o Partido Novo tem se mostrado competente o bastante para saber capitalizar para si toda a indignação da maioria da população contra uma lei que visa mirar o trabalho de juízes e policias no combate ao crime. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Deixe um comentário