por angelica ca e paulo eneas
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (03/09) a Operação Vagatomia, em alusão ao termo tomia que significa “corte”, que visava investigar e coibir esquemas de fraudes na concessão de financiamento através do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). A operação é mais um autêntico cala-boca na extrema imprensa desonesta mentirosa que vem insistindo na narrativa falsa de que o Presidente Bolsonaro estaria se afastando de seu compromisso de combate à corrupção e ao crime.

A operação investigou suspeitas de vendas de vagas em universidades, além de transferências de alunos que vindos do Paraguai e da Bolívia para cursarem medicina na cidade de Fernandópolis (SP). Também foram investigadas concessões de bolsas no PROUNI, e fraudes relacionadas a cursos de complementação do exame REVALIDA.

De acordo com a Polícia Federal, nos últimos cinco anos foram concedidos de maneira fraudulenta cerca de R$ 500 milhões em financiamentos estudantis via FIES, PROUNI e REVALIDA. A Polícia Federal informou que foram expedidos 77 mandados judiciais nas cidades paulistas de Jales, Fernandópolis, São Paulo, São José do Rio Preto, Santos, Presidente Prudente, São Bernardo do Campo, Porto Feliz, Meridiano, Murutinga do Sul, São João das Duas Pontes e Água Boa no Mato Grosso.

Em nota, a Polícia Federal informou que durante oito meses de investigação foi averiguado a existência de uma organização criminosa liderada pelo próprio reitor e dono da universidade investigada, cujo nome não foi revelado. As vagas na universidade que seriam em tese destinadas a alunos carentes foram retidas, e destinadas a pessoas com alto poder aquisitivo que se beneficiavam do FIES mesmo sem possuírem o perfil exigido.

Entre os beneficiários fraudulentos do esquema estão filhos de fazendeiros, servidores públicos, políticos, empresários e amigos dos donos da universidade. De acordo com investigação da Polícia Federal, os membros da organização criminosa fraudavam o FIES, e tinham acesso aos recursos do Governo Federal.

Como o Governo Bolsonaro disciplinou o uso de recursos públicos, os alunos e pais que aceitaram pagar pelas vagas ou financiamentos públicos de maneira fraudulenta irão responder pelos crimes de acordo com suas culpabilidades, afirmou a Polícia Federal:

Nova investigação será iniciada imediatamente pela Polícia Federal, objetivando identificar todos os pais e alunos que concordaram em pagar pelas fraudes praticadas pela organização criminosa e, portanto, também praticaram crimes.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, em mensagem publicada no twitter,  agradeceu ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, e afirmou que “a festa acabou, a tigrada vai para a cadeia enjaulada”. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

 

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