por angelica ca e paulo eneas
Os Estados Unidos realizaram nesta quarta-feira (11/09) cerimônias em homenagem às vítimas dos ataques terroristas muçulmanos cometidos pelo grupo terrorista Al Qaeda em 11 de setembro de 2001. Os nomes de todas as vítimas, cerca de 2.983 de homens, mulheres e crianças foram lidos em voz alta na cerimônia em que marca os dezoito anos do mais violento atentado terrorista cometido contra civis em território norte-americano.

O evento também foi marcado por momentos de silêncio e sinos nos horários em que as aeronaves colidiram com as torres gêmeas no World Trade Center, em Nova York, na manhã de 11 de setembro de 2001. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama Melania Trump, participaram diante da Casa Branca em Washington de um momento de silêncio em memória às vítimas dos atentados terroristas.

Durante cerimônia, que foi transmitida também pelo facebook, Donald Trump colocou uma coroa de flores no Pentágono, dirigindo-se aos parentes das vítimas dos ataques:

Este é seu aniversário de perda pessoal e permanente. É o dia que se repetiu em sua memória mil vezes. O último beijo. O último telefonema. A última vez que ouvi essas preciosas palavras ‘eu te amo’.

O jornal esquerdista New York Times insultou as vítimas e familiares dos ataques e todo o povo norte-americano, ao ignorar o caráter terrorista islâmico do atentado cometido naquela manhã. O jornal publicou cedo uma matéria em que culpava os “aviões” pelos ataques, sem qualquer menção aos criminosos, terroristas muçulmanos estrangeiros que viviam nos Estados Unidos. Após uma revolta generalizada nas redes sociais por parte de seus próprios leitores, o jornal excluiu o tweet, cujo print pode ser visto abaixo.



O ataque terrorista muçulmano de 11 de setembro foi um marco divisor na era contemporânea, pois um escancarou um fato que durante décadas grande parte da elite acadêmica e da grande imprensa internacional sempre se recusou a enxergar: a existência de um choque de civilizações.

Um choque envolve, de um lado, a civilização ocidental formada na tradição ético-moral de base judaico-cristã. E de outro, a civilização islâmica, que tem como norte e objetivo expandir-se eliminar qualquer outra forma de civilização que encontre em seu caminho. E entre ambas, o movimento revolucionário socialista-comunista, que escolheu aliar-se ao islã para combater a civilização ocidental.

O atentado mostrou também que o terrorismo, a forma mais covarde de empreender guerra política, tornou-se um dos instrumentos preferenciais dos inimigos da civilização ocidental, pois é preciso ser dotado de um moralidade completamente distinta e oposta daquela ditada pela moral judaico-cristã para empreender ataques contra civis desarmados e desavisados e incapazes de reagir.

Mas além do terrorismo islâmico, manifestado de modo dramático no 11 de setembro, existe outra ameaça muito maior à civilização ocidental: trata-se da guerra empreendida contra a nossa civilização na esfera da cultura e dos valores. Uma guerra leva à dissolução das famílias, ao abandono de valores religiosos judaicos ou cristãos, à dissolução do sentimento de orgulho patriótico nacional.

Uma guerra que se vale da absorção por parte dos ocidentais das falácias criadas pelo movimento revolucionário, como multiculturalismo e ideologia de gênero, ou ainda a adesão ao nihilismo representado pelo relativismo moral, que ignora as distinções entre o certo e o errado, entre o que é intrinsecamente belo e o que é objetivamente feio.

O 11 de setembro não pode ser esquecido. Assim como não pode ser esquecido o Holocausto e o Holodomor, o holocausto ucraniano perpetrado por Stalin.

Mas essa obrigação moral de não esquecer precisa ser acompanhada também da obrigação de lembrar que os inimigos da civilização ocidental, os comunistas e o islã, possuem outras armas muito mais sutis na esfera da cultura e dos valores. Armas com as quais esperam um dia varrer os vestígios da civilização judaico-cristã da face da Terra. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Deixe um comentário