por paulo eneas
Em um dos trechos de seu histórico pronunciamento na Assembleia Geral das Nações Unidas na manhã desta terça-feira (2409) em Nova York, o Presidente Bolsonaro afirmou que:

É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania!

A afirmação de que a floresta seria o pulmão do mundo é uma ignorância própria de quem desconhece ciência em nível ginasiano, como o anão político globalista que governa a França, Emmanuel Macron, e não merece ser levada a sério.

No entanto, a ideia de que algum ente natural ou criado pelo ser humano possa ser patrimônio da humanidade, seja por razões históricas, culturais ou de qualquer outra natureza, costuma encontrar adeptos em muitas pessoas desavisadas.

A noção de que algo pertence à humanidade é uma falácia, conforme já apontamos algumas vezes em nossas transmissões do Jornal Crítica Nacional. Pois para que algo pertença a alguém, é necessário que esse alguém tenha alguma representação jurídica para que possa reivindicar a posse desse algo.

Os diferentes povos organizados e vivendo sob estados nacionais soberanos possuem essa representação jurídica para reivindicar a posse de algo. E essa representação corresponde justamente aos respectivos estados nacionais.

No entanto, a humanidade como um todo não possui esse ente estatal global que possa ser considerado um legítimo detentor do status de representação de toda humanidade para, em nome dela, exercer a posse sobre algo. O único ente que se propõe a ser o detentor da prerrogativa de representar toda a humanidade e em nome dela exercer a possa de algo é a ONU.

No entanto, como sabemos, a ONU não possui essa procuração ou mandato conferido por toda a humanidade para representá-la e, em nome dela, exercer a posse de algo. Portanto, a noção de um patrimônio da humanidade é uma falácia.

Discorremos sobre esse tema no trecho de vídeo exibido abaixo, cuja versão integral pode ser vista nesse link aqui, e corresponde à edição do dia 07 de agosto do Jornal Crítica Nacional, onde demos uma resposta a um professor de Harvard que havia publicado um artigo em revista de grande circulação internacional defendendo a invasão estrangeira da Amazônia para proteger o que ele considera ser um patrimônio da humanidade. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



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