O jornal Folha de São Paulo publicou no dia 11/10 uma matéria extensa dedicada exclusivamente ao Crítica Nacional, rotulando como falso um conteúdo de nosso portal  que trazia informações sobre a popularidade do Presidente Bolsonaro, com base em levantamento de dados digitais nas redes sociais elaborado pela agência de análise de dados Mr. Predictions. A matéria da Folha pode ser vista neste link aqui.

O fato de Folha de São, assim como a Revista Crusoé e alguns outros veículos da grande imprensa, começarem a ocupar-se de nossas publicações com a intenção de desmerecê-las demonstra inicialmente o quanto o Crítica Nacional está crescendo e incomodando a mídia mainstream, acostumada que estava a exercer a hegemonia sem sofrer qualquer tipo de contestação.

A pseudo-contestação da Folha de São Paulo é toda ela baseada em uma análise feita por uma agência de verificação de fatos, as chamadas fact check. A medida da credibilidade dessas agências foi muito bem sintetizada por Leandro Ruschel, empresário e analista político brasileiro radicado nos Estados Unidos e com uma forte presença nas redes sociais, que afirmou recentemente o seguinte:

As agências de fact check nada mais são do que agências de censura ideológica.

Recentemente o site Crítica Nacional divulgou um ranking digital de Chefes de Estado elaborado pela agência de dados Mr. Predictions. Nesse ranking o presidente brasileiro Jair Messias Bolsonaro aparece em sexto lugar em número de subscrições nas mídias sociais (considerando as 4 principais plataformas: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube). O ranking foi publicado no artigo Presidente Bolsonaro É O Quarto Governante Mais Popular Do Mundo, no portal Crítica Nacional.

Considerando somente os chefes de estado que exercem a função de “Presidente” ou de “Primeiro Ministro”, Bolsonaro passaria a ser considerado como o quarto governante com maior expressividade em nível mundial. O Papa Francisco, diga-se, não é nem presidente nem primeiro ministro, embora seja o Chefe de Estado do Vaticano.

Uma agência de fact check chamada de Projeto Comprova elaborou uma matéria dizendo que o levantamento é uma mentira com o objetivo de favorecer Bolsonaro. O texto foi publicado pela Folha de São Paulo, ainda dizendo que o único método para se avaliar um governante são as pesquisas de opinião, como aquelas realizadas pelo DataFolha, de propriedade do mesmo grupo empresarial que publica a Folha de São Paulo.

A par de todas as ilações que podem ser feitas sobre um jornal publicar a opinião de um instituto de pesquisas que pertence à mesma empresa que publica o próprio jornal,  o que evidencia um notório conflito de interesses, é de se rechaçar com veemência toda a idiotice contida nesse texto da Folha de São Paulo pelas seguintes razões:

1) Não se usa fact check para controlar opiniões
A Folha de São Paulo entende que único meio de medir o prestígio de um governante é através de pesquisas de opinião, como aquelas realizadas pelo Data Folha, uma empresa pertencente ao mesmo Grupo Folha. Esse entendimento constitui-se, claro, numa opinião. E opinião não pode ser avaliada pelo critério de fact check. Tentar impor opiniões ou visões ideológicas através de fact check é uma conduta imprópria e desonesta para um veículo de comunicação.

2) Usar o The Intercept como fonte de dados
Citado na matéria como fonte de referência, o site The Intercept é uma agência de contra-informação de esquerda e de guerra política internacional, controlada por um estrangeiro que é procurado por suspeita de crimes em outros países. Como é público e notório, existe suspeita de participação do dono do The Intercept nos crimes de hacking e divulgação ilegal dados de várias autoridades brasileiras, como ministros, magistrados e procuradores. Ao usar uma fonte desta “qualidade”, a Folha de São Paulo demonstra a inequívoca vontade de afrontar as instituições e a sociedade, e privilegiar informações de origem criminosa em detrimento de dados apurados tecnicamente.

3) Os dados levantados pelo Projeto Comprova são falsos
Os dados levantados pelo Projeto Comprova e divulgados pela Folha de São Paulo estão totalmente errados, e foram exibidos com o objetivo notório de atacar o próprio Presidente da República, menosprezando e diminuindo a posição legitima e correta ocupada pelo Chefe de Estado do Brasil e apontada no ranking divulgado pelo Crítica Nacional.

Análise dos dados do Projeto Comprova
Cabe ressaltar que os dados incorretos apontados pelo levantamento juvenil realizado pelo Projeto Comprova, e publicados na Folha de São Paulo, têm origem no nascedouro de uma falha metodológica. Pois em vez de coletar os dados diretamente das fonte originais (ou seja, cada uma das contas das redes sociais, e exste tecnologia para isso que o Projeto Comprova aparentemente desconhece), o texto de fact check optou por usar um atalho, com uma ferramenta que faz esse trabalho e entrega os dados prontos.

Essa ferramenta é o Social Blade. Possivelmente devido à ânsia em querer contestar a qualquer custo o material original divulgado pelo Crítica Nacional, os membros do Projeto Comprova erraram no levantamento de dados, e atacaram apressadamente uma informação que está totalmente correta, conforme explicamos a seguir:

i) O levantamento do Projeto Comprova feito através do Social Blade afirma que os dados publicados pelo Crítica Nacional são mentirosos porque o Presidente Bolsonaro, na verdade, teria 1.4 milhão de seguidores a menos do que diz o levantamento original.

ii) Erraram feito pela seguinte razão: O Social blade utiliza como critério as curtidas e não os seguidores. Isso está claro nos dados do Social Blade. Observe-se na data de ontem (17/10) os dados oficiais da conta do Presidente Bolsonaro no Facebook eram os seguintes:

11.341.262 Seguidores

9.844.781 Curtidas

A diferença entre curtidas e seguidores é de 1.4 milhão, e exatamente aqui está a diferença de números apontada pelo Projeto Comprova. Ou seja, usou-se uma fonte incorreta. Em vez de irem na fonte primária da informação (conta por conta nas redes sociais) preferiram utilizar um levantamento “resumido” feito por um terceiro, o que tornou o estudo completamente imprestável, e desonesto do ponto de visto de integridade intelectual.

A consulta ao site Social Blade (mesma data, alguns minutos antes) indicava que o Social Blade utiliza em seus quantitativos o número de 9.843.916 como critério de quantificação, em relação a Bolsonaro. Este número está precedido da imagem de um polegar para cima, deixando claro que se trata de curtidas, e não de seguidores. Claramente, esse é o número de curtidas, e não o número de seguidores.

Ocorre que o levantamento publicado pelo Critica Nacional deixa bem claro no seu texto: usamos como critério o número de seguidores.

A pressa em tentar desqualificar o trabalho rigoroso e cuidadoso feito pelo Crítica Nacional em parceria com a Mr. Predictions, os verificadores do Projeto Comprova utilizaram o número de curtidas na página em de contabilizar o número de seguidores para, com isso, poderem afirmar de maneira desonesta que os dados publicados pelo Crítica Nacional eram mentirosos.

O levantamento do Projeto Comprova publicado pela Folha de São Paulo, portanto, é falso e mentiroso, pois é baseado em uma informação errada. Esse é o nível do fact check praticado no Brasil: divulgação de informações distorcidas para fins políticos.

A publicação da matéria da Folha de São Paulo não foi por acaso. Tratou-se de um esforço para tentar minimizar a enorme repercussão do artigo do Crítica Nacional nas redes sociais, com centenas de milhares de leituras e interações, conforme confessa a própria Folha de São Paulo, superando muitas e muitas manchetes principais dos grandes veículos de mídia do Brasil no mesmo período.

A repercussão que tivemos mostra que a população está acordando, e sabe distinguir entre informação de qualidade e canalhice ideológica. E a mídia tradicional está entrando em desespero.

É claro que a informação obtida erroneamente por uma fonte indireta, e publicada dolosamente com o intuito de deslegitimar o material criterioso do Crítica Nacional, invalida e torna sem efeito algum as outras críticas contidas no mesmo texto publicado pela Folha, em especial sobre o crescimento no número de inscritos nas redes sociais do Presidente Brasileiro após o discurso da ONU.

Pois se o Projeto Comprova e a Folha de São Paulo utilizaram likes em vez de inscrições, então estão comparando coisas erradas, e o levantamento apresentado por eles não se presta para ser usado para contestar o levantamento feito pelo Crítica Nacional.

Enquanto nós do Critica Nacional dizemos que todas as formas de levantamentos devem ser consideradas, e que os leitores e leitoras devem ter opções para que possam escolher qual informação irão privilegiar, a Folha de São Paulo e o Projeto Comprova afirmam que somente as informações deles, somente os métodos deles, e no caso, somente as pesquisas de opinião feitas pelos critérios deles, podem ser usados como critério para se avaliar a expressividade de uma personalidade política.

É evidente que os brasileiros não mais toleram toleram esse tipo de distorção, manipulação, falta de caráter, desonestidade e má-fé por parte dos veículos da grande imprensa. Recentemente, o próprio Presidente da República mostrou um assunto no qual a Folha de São Paulo mentiu publicamente sobre o uso de robôs para impulsionamentos em aplicativos como WhatsApp. Há poucos dias, o TSE comprovou que a matéria era falsa, e o presidente disse: “tem que ter uma punição para a Folha de São Paulo”.

Nós do Critica Nacional concordamos. Quem tem esse tipo de comportamento desavergonhado e desonesto, e mente deliberadamente para a opinião pública, precisa responder por essas ações na forma da lei. É necessário também que o poder público revise as concessões de veículos jornalísticos que praticam sistematicamente esse tipo de mentira e desonestidade.

A matéria mentirosa da Folha de São Paulo a respeito do Crítica Nacional é apenas uma dentre as várias inverdades semelhantes produzidas pelo Projeto Comprova, que se especializou em endossar qualquer narrativa petista e em rotular de fake news qualquer conteúdo positivo em relação ao Presidente Bolsonaro. Segundo as métricas adotadas por essa agência, Jair Bolsonaro jamais teria vencido a eleição, pois ele perderia em todas as pesquisas eleitorais e em todos os cenários.

Além disso, cabe averiguar a isenção de uma suposta agência de fact check dirigida por um ex-dirigente de partido de esquerda. Pois é inaceitável para a boa prática do jornalismo que um ex-dirigente partidário venha ostentar o crachá de profissional de fact check. E fica aqui registrado o nosso desafio para um debate público com dirigentes desta agência e similares para que o público possa ele próprio concluir quem tem compromisso com a verdade.

Reiteramos aqui o que dissemos no artigo Presidente Bolsonaro É O Quarto Governante Mais Popular Do Mundo publicado em 03/10, a saber: o Presidente Bolsonaro é hoje o quarto presidente com maior expressividade nas redes sociais em nível mundial, e o sexto Chefe de Estado com maior número de seguidores nas mídias sociais.

Desde a publicação do artigo o número de seguidores cresceu e o presidente brasileiros já não é mais o sexto em número de seguidores, pois ele acaba de ultrapassar a Rainha da Jordânia, passando a ocupar o quinto lugar nesse ranking. Em breve traremos detalhes a respeito. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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