por paulo eneas
A matéria oca e ao mesmo tempo caluniosa publicada na Revista Crusoé em 11/10 e assinada por Felipe Moura Brasil serviu de pretexto e de instrumento de alavancagem para uma iniciativa do deputado petista Rui Falcão, que apresentou na segunda-feira passada (14/10) junto à mesa da CPMI das Fake News requerimentos de convocação de pessoas mencionadas na reportagem.

Conforme pode ser visto nos links na sequência, foram apresentados requerimentos de convocação para Felipe G. Martins, assessor presidencial para assuntos internacionais; para Paulo Eneas, editor do Crítica Nacional; para Otávio Fakhoury, empresário e colaborador e membro do conselho editorial do Crítica Nacional; para Bernardo Pires Kuster, palestrante e ativista católico conservador. Também na mesma data, o deputado petista apresentou requerimento de convocação do chefe da SECOM, Fabio Wajngarten.

A reportagem oca de conteúdo relevante e ao mesmo tempo desonesta publicada por Felipe Moura Brasil mereceu resposta editorial nossa no artigo Revista Crusoé: O Jornalismo Investigativo Reduzido À Fofoca De Grupos De WhatsApp, publicado no mesmo dia 11/10 onde enfatizamos conteúdo mentiroso, caluniador e leviano do pseudo-jornalismo praticado por Felipe Moura Brasil em sua pseudo-reportagem, especialmente em relação à menção caluniosa de um suposto uso de recursos públicos.

A estratégia dos socialistas e social-democratas: calar os conservadores
O desdobramento da matéria oca e mentirosa de Felipe Moura Brasil que resultou na convocação das pessoas mencionadas acima para depor na CPMI das Fakes News revela a estratégia empreendida tanto pela esquerda liberal de extração social-democrata, representada por jornalistas como Felipe Moura Brasil e veículos como a Jovem Pan e o Antagonista, quanto pela esquerda socialista comunista do Foro de São Paulo acantonada na CPMI das Fakes News.

Ambas as vertentes da esquerda, sendo a primeira chamada jocosamente nas redes sociais de isentosfera, encontram-se hoje de mãos dadas mirando no mesmo objetivo: trata-se de uma tentativa de criminalizar e de cessar, por meio da intimidação, a atividade política da direita conservadora em apoio ao Presidente Bolsonaro.

Essa estratégia vem como um terceiro estágio na luta permanente que toda a esquerda nacional, incluindo os liberais de extração social-democrata rotulados de isentosfera, vem empreendendo desde que o presidente tomou posse: derrubar o Governo Bolsonaro, pois assim como os socialistas e comunistas do Foro de São Paulo, a isentosfera nunca assimilou o fato de a maioria dos brasileiros ter escolhido um presidente conservador cristão de direita, e anticomunista e antiglobalista.

Desde o início do Governo Bolsonaro, o que toda a grande imprensa faz, incluindo veículos como a Jovem Pan, cujo departamento de jornalismo é chefiado por Felipe Moura Brasil, e O Antagonista, é procurar desestabilizar e até mesmo derrubar o governo.

A evidência disso é que esses veículos ficaram meses plantando fake news a respeito de uma suposta crise entre o Presidente Bolsonaro e o Ministro Sérgio Moro, crise esta que nunca existiu, como forma de guerra de atrito contra o governo.

Também esses próprios veículos têm sido os principais vetores das narrativas mentirosas a respeito de um suposto acordão entre o presidente e os chefes dos demais poderes que implicaria um rompimento, por parte do presidente, de seu compromisso de combater a corrupção e a criminalidade.

Há pouco mais de um mês, o Crítica Nacional publicou um artigo de análise mostrando o histórico das estratégias adotadas pelas esquerda para tentar derrubar o Governo Bolsonaro.

Intitulado Estratégias Da Esquerda Para Derrotar Bolsonaro: Lei De Abuso De Autoridade & CPI Lava Toga, publicado em 12/09, o artigo mostra em detalhe cada artifício e cada estratagema adotados pelos inimigos do País para tentar sabotar e derrubar o governo federal desde o início do ano. Estratagemas estes que incluem, também, a tentativa de minar a confiança que toda a base de apoiadores e ativistas conservadores e de direita depositaram e depositam no Presidente Bolsonaro.

Liberais de extração social-democrata que adotam vocabulário comunista
Todas estas estratégias fracassaram, o Governo Bolsonaro continua com uma elevada popularidade e seus apoiadores prosseguem na defesa espontânea e voluntária do governo nas redes sociais.

Diante desse fracasso, as esquerdas decidiram partir para a próxima cartada, que é a de tentar intimidar e criminalizar os apoiadores do governo, usando a rotulagem e a retórica criadas pela própria esquerda, para desqualificar as manifestações diárias espontâneas de apoio ao governo nas redes sociais.

Para essa finalidade, liberais de extração social-democrata passaram agora a usar sem parcimônia termos criados pelos próprios comunistas, como “milícia digital”, ou então passaram a vestirem-se do mais desavergonhado vitimismo, acusando de um pretenso “assassinato de reputações” todas e qualquer defesa enfática de uma posição política conservadora e de direita em favor do governo.

O panfleto burlesco travestido de jornalismo investigativo de padrão moral verdevaldeano produzido por Felipe Moura Brasil constituiu-se no coroamento dessa estratégia em favor das esquerdas.

O menino de recados de Rui Falcão, como bem definiu o Professor Olavo de Carvalho em um post no twitter, produziu uma peça de propaganda rastaquara que assemelha-se a uma encomenda de Rui Falcão, comunista da velha guarda e político experiente que soube fazer bom uso dela.

Os petistas, a isentosfera e toda a esquerda nacional devem hoje e muito a Felipe Moura Brasil que, mais do que Glenn Greenwald do The Intercept, soube prestar um serviço de graça à esquerda como poucos idiotas úteis conseguem. Felipe Moura Brasil mostrou-se assim imbatível em sua idiotice política. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



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