por paulo eneas
A organização globalista internacional ecoterrorista GreenPeace realizou na manhã desta quarta-feira (23/10) um ato de vandalismo e de depredação de patrimônio público em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília. Os delinquentes GreenPeace espalharam óleo pelo chão e emporcalharam com tinta e com lixo a via e a calçada em frente à sede do Governo Federal, além de bloquearem parte do trânsito.

Os cerca de trinta desocupados e delinquentes que participaram do ato de vandalismo foram detidos pela Polícia Militar do Distrito Federal e encaminhados à delegacia, onde posteriormente foram liberados. Eles poderão responder pelos delitos de despejo de lixo em via pública, e poderão ser enquadrados na Lei 90605/98 que dispõe sobre atividades lesivas ao meio ambiente.

Não deixa de ser irônico que militantes de uma ONG internacional supostamente preocupada com questões ambientais tenham praticado um ato de vandalismo e cometido um crime contra o meio ambiente, revelando assim a real natureza de ONGs ambientalistas como o GreenPeace.

Conforme ressaltamos na transmissão de ontem do Jornal Crítica Nacional, cujo trecho pode ser visto no vídeo mais abaixo, organizações como GreenPeace e similares usam da legítima preocupação com o meio ambiente para levar adiante uma pauta globalista, empregando métodos muitas vezes violentos, que incluem a prática de crimes, depredação de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir de outras pessoas.

GreenPeace: uma narrativa mentirosa e desonesta
Em seu website, o GreenPeace publicou um panfleto à guisa de pseudo-reportagem sobre o ato delinquente que praticaram hoje. Eivado de afirmações mentirosas e de autênticas palavras de ordem típicas dos movimentos de esquerda, o panfleto e a ação criminosa perpetrada pelo grupo foram rechaçados pela maioria dos leitores.

Em um trecho do panfleto, o GreenPeace afirma que “(…) levamos de maneira simbólica o derramamento de óleo do Nordeste e a Amazônia destruída para o local de trabalho do Presidente da República”, quando na verdade não houve simbolismo algum, mas sim um ato delinquente que infringiu a legislação ambiental brasileira.

Quanto à afirmação de que a Amazônia está destruída, trata-se da repetição de um clichê de quem foi vítima da lavagem cerebral promovida pelo ecoterrorismo que o GreenPeace pratica e dissemina.

Em outro trecho do panfleto, o GreenPeace repete e toma emprestado o repertório tradicional da esquerda para falar de um suposto “(…) desmonte ambiental promovido pelo governo e mantém o Brasil no centro das atenções de descasos com o meio ambiente”.

O que seguramente os delinquentes do GreenPeace, ignorantes que são sobre os verdadeiros problemas ambientais, jamais mencionam, é que o Brasil possui a legislação ambiental mais rigorosa do mundo, que faz com que cerca de metade do território nacional seja destinada à preservação ambiental.

Essa mesma legislação obriga até mesmo proprietários rurais, em algumas regiões do País, a destinar até oitenta por cento de suas propriedades agrícolas para fins de preservação ambiental. Essa exigência, segundo já demonstrou a Embrapa através de estudo, faz com que o Brasil seja o único país do mundo que possui um capital imobilizado da ordem de alguns trilhões de dólares em valores de propriedades agrícolas que não são exploradas justamente para fins de preservação ambiental.

Ao fazer referência ao óleo presente no litoral nordestino, o panfleto do GreenPeace faz afirmação leviana de que “o governo federal não está preparado para responder a derramamentos como esse, deixando nossos oceanos ainda mais ameaçados”.

A leviandade dessa afirmação fica evidenciada pelos fatos: conforme informou ontem o Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o Governo Federal ordenou a ação da Marinha do Brasil, Ibama, ICMBio e demais órgãos para uma ação conjunta e coordenada para combater os danos causados pelo óleo derramado no litoral.

E mais importante, essa ação tem contado com o apoio voluntário das populações locais afetadas. O mesmo apoio que o GreenPeace, motivado unicamente pelas suas convicções políticas e ideológicas de viés esquerdista e globalista, se recusou a dar.

Estudos da Petrobras já demonstraram que o óleo presente no litoral nordestino não é brasileiro e que sua origem ainda é desconhecida, havendo fortes indícios de que o Brasil foi vítima de um ato terrorista ambiental perpetrado com o objetivo de dar elementos para construção de narrativas eminentemente políticas e mentirosas como a do GreenPeace.

Uma acusação caluniosa contra o Presidente da República
Outra evidência de que a motivação das ações do GreenPeace não é nem nunca foi alguma preocupação genuína com o meio ambiente, mas unicamente uma motivação política, pode ser encontrada em outro trecho do panfleto no website da organização, onde uma certa Cristiane Mazetti, ligada a uma campanha do GreenPeace, faz uma acusação caluniosa contra o Presidente Bolsonaro. Diz o trecho:

O presidente fez inúmeros discursos que encorajam o crime ambiental. Agora, estamos vendo o resultado desta política.

A acusação de que o Presidente da República estaria supostamente encorajando a prática de crimes é de uma enorme gravidade, e aguardaremos para que Advocacia Geral da União tome as devidas providências legai para interpelar o caluniador e o veículo que endossa tal calúnia, o GreenPeace.

 A atividade de organizações ecoterroristas como o GreenPeace precisa ser investigada
O Brasil é uma democracia em que está assegurada a plena liberdade de expressão a todos os seus cidadãos, o que inclui a liberdade de criticar as políticas do governo. No entanto, as atividades de organizações estrangeiras que atuam no País, notadamente aquelas com claros vínculos com organismos internacionais globalistas que atuam no sentido atentatório às soberanias nacionais, precisam ser investigadas na forma de lei.

Organizações como o GreenPeace, cujas ações internacionais são sabidamente conhecidas pelo seu caráter violento e pelo desrespeito às leis de cada país, precisam ser investigadas quanto ao seu propósito e quanto a suas formas de financiamento. O ato promovido hoje pelo GreenPeace, que foi uma clara ação ilegal, que infringiu nossas leis ambientais e que foi caracterizado pela depredação de patrimônio público, é razão mais do que suficiente para essa investigação.

Entendemos que cabe ao Ministério Público Federal dar início a essa investigação, e cabe à Advocacia Geral da União interpelar a organização pela afirmação caluniosa feita em seu website a respeito da suposta incitação ao crime por parte do Presidente da República.

A liberdade de expressão assegurada pela nossa Constituição não pode servir de biombo para que organizações internacionais ecoterroristas como o GreenPeace, que utilizam da pauta ambiental para estar a serviço de uma agenda globalista atentatória à soberania nacional, continuem a atuar como se estivessem acima da lei. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



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