por paulo eneas
O Foro de São Paulo/Grupo de Puebla voltou ao poder na Argentina porque Maurício Macri, a versão portenha do tucano isento de braços dados com o centrão e o establishment político locais, nunca encarou os socialistas-comunistas como inimigos da nação, enquanto estes sempre encaram qualquer outra força política, inclusive os socialdemocratas, como inimigos a serem derrotados em definitivo, para a implantação permanente de seu projeto de poder criminoso totalitário e supressor das liberdades.

A volta do Foro de São Paulo/Grupo de Puebla ao poder na Argentina serve de lição principalmente para os liberais brasileiros de extração socialdemocrata, que formam aquilo que nas redes é chamado de isentosfera:

Um setor ignorante em matéria de guerra política, que acredita estupidamente que a coisa mais correta a fazer no momento em nome da isenção é travar guerra política contra o Governo Bolsonaro, e que acredita que o verdadeiro inimigo a ser abatido é a desorganiza direita nacional que atua de maneira atomizada e dispersa em defesa do Presidente Bolsonaro.

A volta dos comunistas-socialistas ao poder na Argentina serve também para mostrar ao nefelibáticos da isentosfera brasileira o quão é tola e pueril a demonização permanente que esse segmento liberal de extração social-democrata faz dos esforços ainda tímidos de organização por parte da direita brasileira.

Demonização esta que é feita mediante rotulagens como milícia digital, gabinete do ódio, assassinato de reputações, e outras expressões semânticas, que a rigor são pueris e que foram criadas pela mesma esquerda vencedora agora na Argentina, e que os liberais da isentosfera nacional usam sem o menor pudor.

Isso quando não resolvem esses liberais eles próprios entregar de presente armas para os comunistas tentarem intimidar os conservadores e a direita bolsonarista, como fez Felipe Moura Brasil e seu panfleto disfarçado de jornalismo investigativo, que serviu como uma luva para o petista Rui Falcão usar na CPI Fake News, a CPI da Censura, contra os conservadores.

A tragédia argentina talvez sirva para os liberais da isentosfera tentarem entender de uma vez por todas o que acontece no Brasil: entender que temos um governante conservador e de direita, comprometido com uma agenda liberal na economia e ao mesmo tempo comprometido com programa conservador e soberanista, que reflete o pensamento e as aspirações da maioria que o elegeu.

Um governante que trava uma guerra assimétrica diária, tendo ao seu lado a maioria do povo brasileiro que o apoia e uma direita conservadora ainda não organizada, contra todo o establishment político e midiático e acadêmico em aliança tácita, e muitas vezes explícita, com o crime organizado. É esse o pano de fundo, o frame set, no qual se desenrola a guerra política no País nesse momento, e que a afetação isentista não consegue perceber.

A isentosfera preferiu até o momento eleger o Presidente Bolsonaro como adversário a ser combatido, e a direita desorganizada como o inimigo a ser derrotado, até pelo fato de esta direita estar tentando timidamente organizar-se. E ignora por completo que o verdadeiro inimigo da Nação são os comunistas e o crime organizado articulado no Foro de São Paulo/Grupo de Puebla, que agora estará no poder no vizinho portenho.

Ao escolher a direita e o Governo Bolsonaro como inimigos a combater em nome da empáfia afetada da pseudo-isenção e pseudo-neutralidade, postura bastante comum entre os letrados ignorantes em matéria de guerra política, a isentosfera não deixa dúvida de que o único futuro que esses liberais de extração social-democrata podem oferecer ao País é o mesmo futuro que agora se abre para os portenhos que, na ausência de uma autêntica alternativa conservadora e de direita, cometeram o suicídio de entregar a nação argentina nas mãos do Foro de São Paulo/Grupo de Puebla.

Obs:
Ainda nesta segunda-feira traremos outro artigo sobre as eleições argentinas, com ênfase nos desdobramentos geopolíticos e possíveis implicações para o Mercosul. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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