por paulo eneas
A Rede Globo de Televisão decidiu na noite desta terça-feira (29/10) extrapolar todos os limites que ainda existiam em sua empreitada diuturna mentirosa e covarde contra o governo do Presidente Bolsonaro e, por extensão, contra o País.

Na mesma semana em que o presidente encontra-se em viagem internacional fechando acordos históricos que permitirão o ingresso de bilhões de dólares em investimentos estrangeiros no Brasil, o jornalismo desonesto e mentiroso da emissora exibiu uma reportagem em rede nacional que insinua ligação entre o Presidente da República e um dos acusados de assassinar a vereadora do PSOL (RJ) Marielle Franco.

A reportagem, baseada em informações contidas em um processo que corre em segredo de justiça, traz o suposto depoimento do porteiro de um condomínio no Rio de Janeiro. Nesse depoimento, o porteiro supostamente afirma que no dia 14/03/2018 um dos acusados de matar Marielle Franco teria se dirigido ao condomínio e solicitado ao porteiro que ligasse, por interfone, para a residência do então deputado Jair Bolsonaro.

Ainda segundo a reportagem, o porteiro teria afirmado em seu depoimento que ligou para a residência de Jair Bolsonaro, teria reconhecido sua voz, e autorizado a entrada do suspeito de assassinato. O suspeito então dirigiu-se para outra residência, a de Domingos Frazão, suspeito de ser o mandante do crime e que se encontra preso. Fotos nas redes sociais mostram Domingo Frazão em campanha em favor de Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2014.

Ainda que o Jornal Nacional tenha afirmado que o depoimento do porteiro não corresponde aos fatos, uma vez que registros da Câmara dos Deputados mostram que o então deputado Jair Bolsonaro estava presente em Brasília naquele mesmo dia e horário, e portanto não poderia ter atendido a ligação do porteiro por interfone, a insinuação de uma hipotética ligação entre os mandantes do crime de Marielle e o agora Presidente da República foi estabelecida na reportagem.

O objetivo político da reportagem do Jornal Nacional foi muito claro: estabelecer uma relação, ainda que falsa e não amparada em fatos, entre o Presidente da República e os criminosos do caso Marielle, para dar elementos de narrativa para que a esquerda, especialmente o PSOL, possa continuar utilizando a morte da vereadora carioca como instrumento de guerra política, especialmente contra o presidente.

A reação do Presidente Bolsonaro
A reação do Presidente Bolsonaro ante a criação desta narrativa artificial foi enfática e dura. Em vídeo publicado na madrugada diretamente de Riad, na Arábia Saudita, o presidente chamou de patifaria o pseudo-jornalismo praticado pelas Organizações Globo.

Lembrou o presidente que o processo corre sob segredo de justiça e atribuiu seu vazamento para a Rede Globo a uma ação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Ainda que visivelmente irritado, o Presidente Bolsonaro fez a análise correta e precisa da real intenção da Rede Globo ao promover esse ataque:

Tomando como pano de fundo a onda de ações violentas que a esquerda vem promovendo na América Latina, a intenção seria criar um fato político que gerasse comoção nacional, a hipotética associação do presidente com um crime de homicídio, para servir de estopim para ações violentas semelhantes aqui no Brasil.

No vídeo, que pode ser visto mais abaixo e que já teve mais de meio milhão de visualizações, o presidente lembra da renovação da concessão da TV Globo, que deverá ocorrer em 2022, deixando claro que não haverá da parte dele perseguição, mas que será exigido da emissora o cumprimento de exigências legais para que a concessão seja mantida. E deixou claro, entre outros pontos, que a intenção explícita da emissora é derrubar o governo.

As ações que precisam ser tomadas
É evidente que Rede Globo ultrapassou o limite do aceitável, resvalando para a ilegalidade com uma matéria leviana que, entre outros, é atentatória à segurança nacional.

Pois ao associar levianamente o nome do Presidente da República a um crime de homicídio, a emissora agiu deliberadamente para desestabilizar o governo, gerar insegurança institucional no País e fornecer os elementos necessários para que a esquerda chefiada pelo Foro de São Paulo/Grupo de Puebla venha a realizar aqui as ações criminosas que tem promovido no restante do continente.

Nesse sentido, entendemos que a conduta da Rede Globo se constitui hoje em uma ameaça à Segurança Nacional, e é sob esse prisma que os órgãos do Estado devem reagir à conduta da emissora, com base nos instrumentos que a lei fornece. Paralelamente a isso, entendemos que cabem iniciativas imediatas do Poder Executivo em resposta a esta ação criminosa da emissora, entre elas:

a) O caso Marielle Franco necessita ser urgentemente federalizado, na forma da lei. No início desta tarde, o Ministro Sérgio Moro emitiu documento com providências nesse sentido, e mais tarde traremos mais informações a respeito. Pois resta evidente que as investigações estão sendo comprometidas por conta da intenção deliberada da esquerda de utilizar esse crime como instrumento de guerra política, em total desrespeito à vítima e a seus familiares.

Os comunistas não têm freio moral algum em usar de um crime para fazer luta política, ainda que vítima desse crime seja um dos seus. Desde o assassinato da vereadora, tem ficado claro que não há interesse por parte do PSOL e demais partidos comunistas na real elucidação do crime, mas tão somente na sua instrumentalização para fins políticos contra a direita.

b) Entendemos que nesse momento é imprescindível que o Presidente Bolsonaro passe a fazer uso regular de rede nacional de rádio e televisão, para fazer frente a uma guerra que tem sido até agora assimétrica: os inimigos da Nação atingem dezenas de milhões de brasileiras em suas emissoras. Por sua vez, o presidente e os veículos de imprensa conservadores e comprometidos com a verdade, como o Crítica Nacional, têm à sua disposição apenas a internet, que atinge somente uma parcela bem menor do público.

c) Como afirma o professor Olavo de Carvalho, embora esteja desacreditada, a grande imprensa ainda possui um poder formidável, e a internet sozinha não pode fazer frente a ela. Esse dado da realidade, apontado corretamente por Olavo de Carvalho, precisa e deve ser levado em consideração nas decisões a serem tomadas.

d) Entendemos ainda que nesse momento caberia ao Presidente Bolsonaro emitir uma ordem para todos os subordinados, incluindo ministros, secretários e assessores diretos, proibindo-os de conceder entrevistas a qualquer veículo das Organizações Globo.

e) Entendemos também que cabe ao governo averiguar o respaldo jurídico para proibir a participação de veículos das Organizações Globo em entrevistas coletivas de membros do governo, e suspender credenciais e autorização de acesso de jornalistas das Organizações Globo às instalações públicas federais.

Um câncer na sociedade que precisa ser extirpado
As Organizações Globo têm há décadas atuado, por meio de seu quase monopólio nos meios de comunicação de massa, para a destruição moral das famílias brasileiras, para o solapamento dos valores cristãos e conservadores da maioria dos brasileiros, para a destruição da cultura nacional, para a promoção da bandidolatria por meio da glamourização ou vitimização de criminosos em seus programas jornalísticos e ficcionais, ao mesmo tempo em que promove a demonização das forças da lei e da ordem.

Iniciado o governo Bolsonaro, as Organizações Globo passaram a atuar como hienas carniceiras, abandonando qualquer compromisso com a verdade e produzindo fakes news diárias, deixando claro que seu objetivo é desestabilizar o governo e até mesmo inviabilizá-lo, pouco importando-se com as consequências econômicas, sociais e institucionais para o País.

Há muito as Organizações Globo deixaram de ser um veículo de comunicação que pode exercer seu direito constitucional de liberdade de imprensa e de expressão para discordar do governo, para tornar-se uma organização atentatória aos interesses da soberania e da segurança nacionais. E é desta forma que ela precisa ser tratada pelo Estado brasileiro, nos termos da lei, e pelos brasileiros no seu conjunto, que devem passar a exercer seu direito de boicote à emissora e seus demais veículos e ao seus anunciantes.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



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