por paulo eneas
Ao dar início ao seu voto na sessão plenária do Supremo Tribunal Federal que delibera na tarde desta quinta-feira (07/11) sobre a jurisprudência a respeito da prisão após condenação em segunda instância, o ministro Celso de Mello falou a respeito de uma delinquência institucional decorrente da corrupção do mundo político.

Não deixa de ser irônico um integrante da atual suprema corte falar em delinquência institucional, se considerarmos que esta mesma suprema corte é, ela própria, resultado e expressão de uma delinquência institucional construída nas décadas de governos de esquerda tucanos e petistas.

Uma delinquência institucional que não é apenas política, mas que se manifesta igualmente no judiciário por conta da vocação bandidólatra e do ativismo judicial que permeia sua instância superior. A mesma vocação bandidólatra, temperada com a ideologia garantista, que forçou e levou novamente à discussão o tema em tela: a execução de pena após condenação em grau recursal por instância colegiada.

É a mesma delinquência institucional herdada dos anos de domínio da esquerda que nos legou uma suprema corte que toma para si o papel de legislar, usurpando uma prerrogativa do poder legislativo, e cuja hipertrofia do controle concentrado de constitucionalidade por ela exercido permite a ela até mesmo tutelar decisões do legislativo a respeito de mudanças constitucionais.

Trata-se da mesma delinquência institucional que dá substrato ao ativismo judicial que leva a suprema corte a criar tipo penal por analogia, a impor à maioria cristã e conservadora da sociedade brasileira a aceitação do assassinato de fetos, e que aspira legalizar o comércio e consumo de drogas.

É nesta suprema corte, com sua composição herdada de nosso recente passado de país governado por socialistas e comunistas, que reside a verdadeira delinquência institucional: uma delinquência que tem em uma de suas facetas a corrupção na ponta do mundo político, mas cujas demais facetas, especialmente aquelas supremas, o ministro parece desconhecer. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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