por angelica ca e paulo eneas
As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão em alerta máximo devido a protestos palestinos que estão acontecendo nas regiões de Samaria e Judeia (que no Ocidente são chamadas de Cisjordânia), além de outras cinco localidades. Os protestos decorrem da decisão recente dos Estados Unidos, que reconheceram formalmente a legitimidade dos assentamentos israelenses judaicos em Samaria e Judeia.

Conforme o Crítica Nacional informou no artigo Estados Unidos Declaram: Assentamentos Judaicos Na Cisjordânia São Legítimos, publicado nesta segunda-feira (25/11), o governo do presidente norte-americano Donald Trump emitiu há cerca de duas semanas, um comunicado oficial declarando que os assentamentos israelenses em Samaria e Judeia não são inconsistentes com o direito internacional.

Cerca de duas mil pessoas se reuniram na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, nesta terça-feira (26/11). Foram queimados cartazes com a imagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu,  além de bandeiras israelenses e americanas. Escolas, universidades e escritórios do governo foram fechados e comícios foram realizados nos centros das cidades ao redor da Cisjordânia.

Um erro histórico e de uma traição da esquerda israelense
Grupos de manifestantes entraram em conflito com as forças de segurança de Israel e dezenas de pessoas ficaram feridas levemente. Os protestos desta terça-feira foram organizados pelo Al Fatah, cujo vice-presidente, Mahmoud al-Aloul, pediu que os protestos contra o presidente Donald Trump e contra Israel fossem intensificados.

A Al Fatah é uma das mais antigas organizações terroristas muçulmanas de todo o mundo. Ela foi criada no início da década de cinquenta por orientação direta da KGB, o serviço secreto e de espionagem da antiga União Soviética. O líder da Al Fatah durante décadas foi o terrorista muçulmano egípcio Yasser Arafat, responsável direto por centenas de ataques terroristas contra Israel.

Em meados da década de noventa, o governo esquerdista de Israel, chefiado por Yitzhak Rabin, assinou o Acordo de Oslo com o terrorista Yasser Arafat. O acordo de paz foi costurado pelo então presidente dos Estados Unidos, o democrata Bill Clinton. O acordo resultou na entrega do controle da Samaria e Judeia pela organização terrorista Al Fatah, que passou a ter uma fachada institucional sob o nome de Autoridade Palestina.

Os protestos continuarão ao longo desta semana. Na semana passada, o líder do grupo terrorista do Hamas, Ismail Haniyeh, pediu uma nova intifada palestina. Também foram solicitados pelas Autoridades da Palestina o cancelamento das aulas para o sistema escolar da Cisjordânia, em uma tentativa de conseguir que mais jovens palestinos entrem em conflito com as tropas de Israel.

A decisão tomada pelo governo dos Estados Unidos de reconhecer a legitimidade dos assentamentos judaicos na Samaria e Judeia corrige um erro histórico, e derruba quatro décadas de erro da política externa americana, que afirmava até então que estes assentamentos eram inconsistentes com o direito internacional. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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