por paulo eneas
O Governador do Pará, Helder Barbalho, ordenou a troca do delegado da Polícia Civil do Estado, José Humberto Melo Júnior, que estava à frente das investigações do incêndio criminoso ocorrido em setembro em Alter do Chão, distrito da cidade de Santarém. As investigações conduzidas por José Humberto apontam quatro pessoas ligadas a uma ONG ambientalista como sendo suspeitas de terem cometido o crime.

Os quatro detidos, que são brigadistas da ONG Saúde e Alegria, foram liberados na noite de ontem (28/11) por decisão do juiz Alexandre Rizzi, o mesmo que havia determinado as prisões. A cobertura do caso feita pela grande imprensa vem adotando a versão de que as prisões teriam sido não fundamentadas, por ausência de indícios de cometimento de crime.

No entanto, o Crítica Nacional mostrou no artigo Uma ONG Ambientalista Incendiária & As Relações Promíscuas Com O Poder Público: Reportagem Completa publicado também ontem, registro de escutas telefônicas feitas com autorização judicial que apresentam fortes indícios de conluio entre os suspeitos, a ONG Saúde e Alegria e a ONG internacional WWF.

Tem ficado patente nas últimas horas que está havendo um esforço da grande imprensa e do governador Helder Barbalho para poupar as ONGs ambientalistas suspeitas de envolvimento no crime. Pois a comprovação da participação dessas entidades no incêndio criminoso, jogaria por terra toda a narrativa esquerdista e globalista a respeito da situação na Amazônia sob o governo do Presidente Bolsonaro.

Por sua vez, o procurador Ailton Benedito, integrante da equipe da Procuradoria Geral da República, lembra em mensagem publicada em sua rede social que “inquérito policial somente pode ser avocado ou redistribuído por superior hierárquico, mediante despacho fundamentado”.

O procurador lembra também que o pedido de acesso ao inquérito feito pelo Ministério Público Federal abre a possibilidade para que as investigações passem a ser conduzidas pela Polícia Federal e pelo MPF. Desde quando foi revelada natureza criminosa dos incêndios e a suspeita de participação de ONGs ambientalistas, o Crítica Nacional vem defendendo que as investigações desse crime sejam conduzidas na esfera federal. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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