por paulo eneas
Na últimas horas intensificou-se a guerra que os agentes globalistas e a esquerda travam contra o Ministro da Educação, Abraham Weintraub. O novo capítulo dessa guerra permanente que o establishment trava contra o ministro gira em torno da TV Escola, mas desta vez com um adendo relevante da sofisticação da desinformação disseminada.

A desinformação que está sendo plantada por literalmente todos os veículos da grande imprensa sobre a  “extinção” da TV Escola é de tal ordem, que parte da direita está se comportando como inocente útil, e fazendo exatamente o que a esquerda e os globalistas querem: atacando o Ministro Weintraub com acusações infundadas, especialmente no que diz respeito aos globalistas que o ministro tanto combate no ministério.

Em resumo, o MEC decidiu acertadamente não renovar o contrato com a Fundação Roquete Pinto que há anos produz o conteúdo, invariavelmente esquerdista, da TV Escola. Além dos custos elevados, pesou na decisão o fato de o MEC não poder, por força de contrato, participar da definição dos conteúdos, que são veiculados naquela emissora de televisão estatal.

Em outubro desse ano, o MEC comunicou formalmente à Fundação Roquete Pinto sua decisão de não renovar o contrato, que vence no final desse ano. A fundação entrou na justiça e obteve uma liminar, que lhe assegurou permanecer à frente da TV Escola até a data de hoje, quando a liminar foi cassada.

Portanto, estando o contrato em vias de encerramento, a Fundação está providenciando sua desocupação das dependências da TV Escola. A imprensa está mentirosamente divulgando que o MEC estaria “despejando” a TV Escola e encerrando suas atividades, o que é rigorosamente falso. E parte da direita está acreditando nessa mentira.

O MEC informou em comunicado que outro órgão público irá exercer as atividades no canal, mas em nenhum momento afirmou que esse órgão seria a EBC. No entanto, a grande imprensa divulga a mentira de que a TV Escola vai ser entregue “aos petistas da EBC” e parte da direita tem sido ingênua o bastante para acreditar nisso.

As mentiras contra Weintraub em que parte da direita acredita
Os inimigos de Abraham Weintraub e do Governo Bolsonaro estão seguindo a máxima atribuída a Lenin, que ensina os comunistas a acusarem seus inimigos daquilo que eles são e do que eles mesmos fazem. Essa tática vem se mostrando eficiente para a esquerda, pois parte da direita cai nela com uma facilidade que chega a ser assombrosa:

a) Acusam Abraham Weintraub de ser defensor do BNCC
Nada pode ser mais falso. Em entrevista recente ao Terça Livre, o ministro foi claro ao dizer que um dos erros da gestão anterior a dele no MEC, foi a de não ter tido competência para impedir a implementação do BNCC.

b) Acusam Abraham Weintraub de ser ligado às fundações globalistas
A afirmação é uma estupidez. Abraham Weintraub vem insistindo de modo mais enfático em tempos recentes, que um dos inimigos que ele mais tem combatido são justamente as fundações ligados ao grupo globalista que pretende estabelecer hegemonia monopolista na área educacional.

Sem dar nomes explicitamente, Weintraub deixa claro que se refere à Fundação do metacapitalista Jorge Paulo Lemann, incluindo seus braços políticos no Congresso Nacional vindos de entidades como RenovaBR e outras. Esse grupo globalista monopolista é o que mais tem operado, inclusive na grande imprensa, para tentar derrubar o ministro.

c) A exibição do documentário do Brasil Paralelo
Acusam também o ministro de “extinguir” a TV escola por conta da exibição do documentário do Brasil Paralelo. A acusação beira à sandice, pois a decisão de passar o documentário na TV Escola não foi do MEC, que não tem poder de definir os conteúdos exibidos, mas sim da Fundação Roquete Pinto, em um esforço de ganhar a simpatia da direita para poder permanecer à frente da TV Escola.

Tivesse a Fundação Roquete Pinto compromisso efetivo com o ponto de vista expresso no documentário do Brasil Paralelo (o qual endossamos plenamente), esse conteúdo e outros semelhantes já estariam sendo exibidos há muito tempo, e não o lixo esquerdista freireano que usualmente ocupa aquele canal.

Uma gigantesca operação de desinformação que enganou parte da direita
Todo o episódio envolvendo a TV Escola ensejou uma gigantesca operação de desinformação na qual parte da direita acreditou cegamente. Perfis saindo sabe-se de onde, surgiram do nada para vociferar contra o ministro e sempre falando “em nome da direita”. Inclusive um perfil de um autor da Editora Record, cujo editor chefe é Carlos Andreazza.

No início da noite, vários portais davam como certa a saída de Weintraub do ministério. Da mesma forma como fizeram com Sergio Moro meses atrás. O método usado pelos inimigos do governo é o mesmo: disseminar mentiras e contar com a credulidade ingênua de parte da direita brasileira, que parece não ter entendido ainda que a grande imprensa não merece credibilidade alguma.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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