por paulo eneas
O Senado dos Estados Unidos rejeitou nesta quarta-feira (05/02), o pedido de impeachment de Donald Trump, que havia sido aprovado em dezembro pela Câmara dos Deputados, de maioria socialista e progressista. O pedido foi rejeitado por 52 votos contra 48. Para que o processo seguisse adiante, era necessária a aprovação de dois terços do Senado.

No pedido de impeachment formulado pelos Democratas, Donald Trump era acusado de suposto abuso de poder por ter supostamente exercido pressão sobre o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, a respeito de investigação sobre o democrata Joe Biden, ex-vice-presidente de Barack Obama. Outra acusação dos Democratas contra Donald Trump, de suposta obstrução do Congresso, também foi rejeitada pelo Senado por 53 votos a 47.

O resultado da votação não surpreende. Conforme o Crítica Nacional antecipou em matéria de 19 de dezembro passado, o pedido seria de fato rejeitado, por ausência de fundamentação legal. Em termos políticos, os Democratas saíram desgastados até mesmo entre seus eleitores, pois ficou patente o oportunismo político-eleitoral dos socialistas e comunistas norte-americanos, ao apresentar um pedido de impeachment sabidamente infundado.

A desastrosa e fracassada estratégia de impeachment, somada ao comportamento antipatriótico da comunista Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados, que rasgou em público o documento do Estado da União levado por Donald Trump ao Congresso, além do elevado índice de aprovação do governo, podem ter um efeito eleitoral devastador sobre os Democratas.

Impotentes diante do sucesso da administração de Donald Trump, o Partido Democrata pode experimentar nas eleições deste ano dos Estados Unidos, a mesma derrota sofrida em dezembro passado pelo seu partido irmão, o Partido Trabalhista Britânico, também controlado por comunistas e socialistas pró-islâmicos.

Nas eleições de dezembro passado, os comunistas e socialistas britânicos, abrigados sob a fachada do Partido Trabalhista, foram varridos em quase um terço de sua bancada no parlamento britânico.

Diante dos fatos recentes apontados acima, é razoável esperar que nas eleições de novembro desse ano nos Estados Unidos, além da esperada reeleição de Donald Trump, os comunistas e socialistas abrigados sob a fachada do Partido Democrata, tenham o mesmo destino.