por paulo eneas
Convocado para depor na CPMI das Fake News pelo deputado Rui Falcão (PT-SP), o dono da empresa Yacows confirmou em depoimento ter feito centenas de milhares de disparos de mensagens em massa pelo aplicativo WhatsApp para as campanhas presidenciais de Fernando Haddad, do PT, e de Henrique Meirelles, do PMDB.

O empresário também desmentiu a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, que de maneira leviana e caluniosa acusou a campanha do então candidato Jair Bolsonaro de ter usado de meios ilícitos para pagar para a empresa Yacows disseminar supostas fake news contra a campanha petista. Ele afirmou textualmente que “o que saiu na imprensa, de maneira alguma aconteceu”.

A contundência das afirmações feitas pelo dono da empresa Yacows, bem como o desmonte da narrativa mentirosa de Patrícia Campos Mello da Folha de São Paulo, levaram o deputado Rui Falcão a uma patética tentativa de defesa da legalidade do uso de envio de mensagens em massa em campanha eleitoral, em visível esforço para mudar o foco.

E trata-se de tentativa de mudança de foco, pois a acusação leviana e mentirosa feita pelos petistas por meio de seu veículo porta-voz oficioso, a Folha de São Paulo, de que o resultado das eleições de 2018 teria sido influenciado em favor de Jair Bolsonaro por conta do envio ilegal de mensagens em massa contendo supostas fake news, mostrou-se rigorosamente falsa.

Diante desse depoimento do dono da empresa Yacows, a CPMI tem agora a obrigação de convocar a jornalista Patrícia Campos Mello para depor. Ela e o editor responsável da Folha de São Paulo precisarão explicar aos parlamentares aquela que na verdade está revelando ter sido a maior fake news da última campanha presidencial brasileira: a matéria mentirosa e desonesta produzida por Patrícia Campos Mello da Folha de São Paulo.


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