por paulo eneas
A grande imprensa prossegue em seu esforço concentrado e combinado de tentar inviabilizar o Governo Bolsonaro por meio da plantação de narrativas de suposto enfraquecimento e iminente saída deste ou daquele ministro. O blog O Antagonista e a Rádio Jovem Pan formam a linha de frente desta guerrilha midiática tucana, que utiliza as ferramentas da plantação de narrativas para tentar minar o governo.

Por quase um ano assistimos a uma guerrilha diária na mídia contra o Ministro Sergio Moro, guerrilha essa que utilizava as armas da mentira e da plantação de fake news para “anunciar” a iminente saída de Moro do governo. Foi preciso o ministro vir a público e falar em “tatuagem na testa” para sepultar de vez essas narrativas, e anular esse front da guerra política da grande imprensa tucana contra o Governo Bolsonaro.

A derrota no front Moro levou esta imprensa tucana, sempre respaldada pela ala da esquerda antipetista conhecida nas redes sociais como isentosfera, a abrir um novo front de guerrilha, tendo agora como alvo o Ministro da Economia, Paulo Guedes. A narrativa instalada na opinião pública por esses dias é a de que o ministro estaria enfraquecido.

Um evidência disto é que O blog O Antagonista publicou na manhã desta sexta-feira (21/02) uma nota dizendo que “por ora”, Guedes permanece no governo. A desonestidade intelectual já começa no título, como é próprio da grande imprensa, pois é sabido que em um regime presidencialista, todo ministro é ministro “por ora”, até decisão contrária do chefe de governo, o Presidente da República.

O blog O Antagonista está, portanto, usando da falácia de empregar uma assertiva formalmente correta para tentar legitimar uma mentira plantada. O que a realidade mostra e que estes veículos omitem é que Paulo Guedes, assim como Ernesto Araújo, General Heleno, Abraham Weintraub, Onyx Lorenzoni e Damares Alves permanecem sendo pessoas chave no governo.

Por sua vez, o que a mesma realidade também mostra é a existência de uma tentativa desonesta e antipatriótica da grande imprensa, em especial dos veículos porta-vozes do tucanato, de tentar desestabilizar e inviabilizar aquele que tem sido o melhor governo que o Brasil já teve nas últimas décadas.


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