por paulo eneas
A jornalista Vera Magalhães mentiu de maneira desbravada na noite desta terça-feira ao publicar em sua rede social uma mensagem “informando” que o Presidente Bolsonaro teria supostamente enviado mensagem pelo aplicativo WhatsApp para seus contatos contendo um vídeo convocando para as Manifestações de 15 de Março e trazendo conteúdo hostil aos integrantes do Congresso Nacional.

Nós do Crítica Nacional afirmamos e reafirmamos enfaticamente que a mensagem publicada por Vera Magalhães é rigorosamente falsa e mentirosa. E desafiamos a jornalista a dar alguma evidência material tangível de que o Presidente da República tenha enviado mensagem convocando para alguma manifestação e trazendo conteúdo hostil a integrantes dos demais poderes da República, conforme a jornalista afirmou levianamente em seu comunicado em sua rede social.

A leviandade de mais uma mentira publicada por Vera Magalhães reside no fato de ela sugerir e insinuar, por meio da divulgação de uma flagrante fake news, que o presidente estaria adotando uma conduta potencialmente hostil à harmonia e à independência dos três poderes. Também aqui desafiamos Vera Magalhães e qualquer outro jornalista a dar alguma prova material tangível de qualquer ato concreto do Presidente Bolsonaro que possa ser caracterizado como hostil aos demais poderes da República.

Quem desrespeita a harmonia entre os três poderes
Como o Crítica Nacional já vem afirmando em nossos editoriais e em nosso telejornal, dentre os chefes dos três poderes, o Presidente Bolsonaro tem sido o único cuja conduta é marcada pela observância estrita do preceito constitucional da harmonia dos três poderes.

Diferentemente do que faz o chefe do legislativo, deputado Rodrigo Maia, que arvora-se no papel de um pretenso e ilegítimo e ilegal primeiro-ministro procurando usurpar o poder legítimo que foi concedido por quase sessenta milhões de brasileiros ao chefe do executivo, o Presidente Bolsonaro, que é quem possui o mandato dado pelo povo para efetivamente governar.

E com a mesma naturalidade leviana com que  age como um autêntico usurpador de um dos poderes da República, o deputado Rodrigo Maia silencia-se ante aos atos concretos de usurpação das prerrogativas do Poder Legislativo, que ele chefia, levados a cabo pelo Supremo Tribunal Federal que, por meio do ativismo judicial, toma para si as funções de legislador sem possuir mandato para tal.

A natureza das Manifestações de 15 de Março
As manifestações programadas para o próximo dia 15 de março não serão contra o Congresso Nacional e muito menos contra as instituições da República, como afirmou levianamente a jornalista Vera Magalhães. Afirmação esta que tem sido repetida cinicamente por todo o establishment político, pela grande imprensa e pela esquerda, que convenientemente calaram-se quando as instituições da República estavam sendo atacadas e corrompidas na era petista.

As Manifestações de 15 de Março serão atos organizados por cidadãos que irão exercer seu direito constitucional de irem às ruas pacificamente expressar o apoio do povo ao Presidente da República.

As manifestações serão também contra integrantes do Parlamento, como Rodrigo Maia e David Alcolumbre, que estão agindo contra a Constituição Federal e contra as próprias instituições da República, incluindo o Poder Executivo e o próprio Poder Legislativo, ao tentarem passar por cima do ordenamento institucional e instituir o chamado parlamentarismo branco, como eles próprios admitem.

O que Rodrigo Maia e David Alcolumbre e seus associados irão ouvir no próximo dia 15 de março é um recado claro do povo brasileiro: eles não foram eleitos para governar, não possuem procuração do povo brasileiro para mudar o regime de governo à revelia do texto constitucional. Ouvirão um recado claro de que não permitiremos que eles venham a usurpar o poder legítimo de governar concedido ao Presidente da República por quase sessenta milhões de brasileiros.

As Manifestações de 15 de Março serão em defesa da democracia e das instituições. Defesa da democracia significa respeitar a vontade do povo expressa nas urnas. E defesa das instituições, inclusive a defesa do Congresso Nacional, significa manifestar-se pacificamente contra aqueles que, como Rodrigo Maia e David Alcolumbre, estão manchando as instituições que presidem ao tentar usá-las para usurpar o poder de um governante legitimamente eleito: Jair Messias Bolsonaro.


 

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