O Chile atravessou nova onda de violência promovida pela esquerda na noite desta segunda-feira (02/03) e que resultou na prisão de quase 300 pessoas e em 76 policiais feridos em várias cidades do país. Os delinquentes criminosos incendiaram um prédio do Ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano, e existem relatos de pessoas encapuzadas que teriam ateado fogo em barricadas na periferia da capital chilena.

Os atos de vandalismo levaram ao fechamento temporário de 16 estações do metrô de Santiago na segunda-feira, e as linhas de ônibus também ficaram temporariamente com o serviço interrompido. Em suas redes sociais, o ministro do Interior Gonzalo Blumel afirmou que os eventos foram atos criminosos.

A esquerda começou a promover atos de violência e de vandalismo e depredação no Chile ainda em outubro de 2019, usando como pretexto o aumento nas tarifas de metrô e ônibus. Integrantes do Foro de São Paulo, entre eles parlamentares do PT no Brasil e o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro,  saudaram as ações de violência criminosa no Chile, prometendo estendê-las para toda a América Latina.


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE