por angelica ca e paulo eneas
A líder do partido Rally Nacional, que anteriormente era chamado de Frente Nacional,  Marine Le Pen, defendeu a realização de um referendo nacional para conter a onda de imigração em massa na França. Em discurso no parlamento francês, Marine Le Pen afirmou que a França está afundando em meio a uma política globalista de imigração em massa.

Le Pen acusou diretamente o establishment político francês de promover a diluição da identidade nacional do país por meio de uma política imigratória que atinge e afeta diretamente as pessoas comuns do povo. Ela lembrou também que nas últimas três décadas as leis de imigração foram projetados para ser ineficazes e atender apenas a uma agenda política.

Segundo Marine Le Pen, o povo francês reconhece que a imigração descontrolada representa uma ameaça ao cotidiano, ao modo de vida dos franceses, e também uma ameaça à própria vida dos cidadãos nacionais da França. E arrematou: “Nesta câmara, a maioria deseja que essa loucura imigratória continue. Mas o povo francês, em sua maioria, deseja que essa loucura imigratória chegue ao fim”.

As políticas imigratórias pró-islâmicas têm sido a tônica da agenda globalista na Europa. França, Alemanha, Bélgica, Grã-Bretanha e Suécia estão entre os países que têm assistido a uma redução de sua população nativa e o crescimento constante da população muçulmana vinda do Oriente Médio e do Norte da África, em decorrência das diferenças enormes nas taxas de natalidade.

Essa política tem resultado em um processo de substituição civilizacional, no qual a população europeia original herdeira da tradição cultural judaico-cristã que deu origem à civilização ocidental vem sendo paulatinamente substituída por outra civilização, ancorada nos valores e na ideologia muçulmana. Exatamente como os comunistas e globalistas planejaram há mais de meio século.


 

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