por paulo eneas
O coronavírus é um problema real de saúde pública que precisa ser tratado com a máxima seriedade e responsabilidade pelas autoridades governamentais. O Governo Federal vem fazendo o monitoramento e tomando as medidas de acompanhamento e prevenção e de informação para a população, como temos divulgado regularmente aqui no Crítica Nacional.

No entanto, o coronavírus tem servido também de arma para políticos covardes. Segundo noticiado hoje (11/03) pela grande imprensa, o o governador tucano paulista João Doria e o governador carioca Wilson Witzel estariam cogitando a elaboração de um decreto proibindo as Manifestações de 15 de Março por conta do coronavírus.

Estivessem João Doria e Wilson Witzel realmente preocupados com a saúde da população de seus respectivos estados, teriam tomado medidas amparadas em lei para suspender eventos esportivos e em casa de espetáculos, com já ocorre em alguns países mais afetados. Mas até onde sabemos, nenhuma medida nesse sentido foi tomada.

No entanto, sugerir agora a proibição de manifestações, como pretendem Doria e Witzel, sem qualquer outra medida preliminar ou paralela para conter o vírus, não é conduta de quem está preocupado com a saúde pública.

Esse tipo de conduta é na verdade o comportamento de político covarde, que não tem coragem de encarar o povo na rua e que usa de um problema real de saúde pública para fazer aquele tipo de jogo político mesquinho e rasteiro que os brasileiros rechaçam e não aceitam.


 

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