por paulo eneas
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou que as notícias de contenção do coronavírus na China são falsas. A declaração foi feita em um programa de rádio da Hungria esta semana, no qual o premier conservador húngaro discorreu sobre o problema real do coronavírus e a relação óbvia existente entre a ameaça do vírus e a imigração ilegal.

Segundo Viktor Orbán, existem quatro condições preliminares para tratar de modo efetivo a ameaça representada pelo coronavírus. A primeira condição é ter recursos humanos, incluindo médicos e demais profissionais de saúde treinados para lidar com epidemias.

A segunda e a terceira condição é ter o que líder húngaro chama de ferramentas e recursos financeiros para operações, equipamentos, medicamentos e toda a logística necessária para tratar de ameaças reais à saúde pública. Segundo Viktor Orbán, a Hungria está preparada quanto a estes requisitos. Por fim, o premier colocou a necessidade de coragem e disciplina, para manter o vírus sob controle.

Ao falar da China, Orbán afirmou que “existem relatórios otimistas por aí que dizem que o vírus terminou na China, mas estes são falsos”. A verdade, segundo o líder húngaro, é que o número de casos de coronavírus tem crescido na China nos últimos seis meses, e serão necessários mais alguns meses até que o vírus desapareça, sendo ilusão acreditar que o problema será resolvido em curto prazo.

Por fim, Viktor Orbán mencionou a relação existente entre a ameaça do coronavírus e a imigração: “estamos travando uma guerra de duas frentes: uma frente é chamada migração [sic] e a outra pertence ao coronavírus”. Segundo o premier, a Hungria não deixou ninguém entrar antes, e não irá começar a deixar entrar agora. Com informações do website About Hungary. Colaboração de Patrick Folena.


 

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