por angelica ca e paulo eneas
Aproximadamente 1.350 presos fugiram nesta segunda-feira (16/03) de cinco presídios do Estado de São Paulo, após a decisão da Corregedoria Geral da Justiça do Estado que determinou a suspensão temporária de visitas e saídas em unidades carcerárias devido ao surto de coronavírus.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária, cerca de 400 detentos fugiram no litoral do estado. Outros 926 presos, em sua maioria no regime semiaberto, também fugiram em Mirandópolis, interior do estado, e outros trinta em Taubaté, na região do Vale do Paraíba.

Durante o motim, os presos fizeram reféns nas penitenciárias de Sumaré, de Mongaguá e Tremembé. Também foram registradas fugas e atos de insubordinação nas penitenciárias de Mongaguá, Tremembé e Mirandópolis.

A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São paulo emitiu uma nota na noite desta segunda-feira, em que informava que a situação estava controlada em alguns centros penitenciários.

Cabe perguntar ao secretário e ao governador João Doria o que significa uma “situação controlada” na qual cerca de 1300 detentos fogem em massa de diversos presídios do Estado. Também cabe cobrar o governador tucano João Doria, preocupado que está em promover guerra política contra o governo federal, um pronunciamento a respeito, o que não havia ocorrido até o fechamento desta matéria.


 

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