por paulo eneas
O Presidente Bolsonaro fez hoje um importance lance no xadrez da guerra política que o Brasil vive em meio à crise do vírus chinês e suas implicações para a economia. Em meio a temas graves e relevantes como o da epidemia e as medidas governamentais destinadas a mitigar os efeitos da crise econômica, jornalistas preferiram inquerir o presidente sobre os panelaços ocorridos esta semana. A resposta do presidente foi cirúrgica:

“Eu difundi algum panelaço? A TV Globo e a Veja fizeram campanha. Não estou preocupado com panelaço. Estou preocupado com vírus, com a saúde do povo. Se marcar [um panelaço] contra a Globo, vai ser ensurdecedor, contra algumas autoridades, vai ser ensurdecedor. Mas, não quero entrar nessa briga”.

A esquerda tentou esta semana promover atos hostis ao presidente por meio de panelaços. A resposta da população foi pífia, apesar desses eventos terem sido amplamente divulgados pela grande imprensa, também interessada em hostilizar e em derrubar o chefe de governo.

Ao dar sua resposta cirúrgica, o presidente sinalizou para todo o País contra quem é preciso fazer panelaços: não é contra o chefe do executivo, que está atuando corretamente liderando uma equipe de ministros competentes para tratar das questões de saúde pública e de preservação da economia. O panelaço tem que ser contra quem está sabotando o País.

E quem sabota o País são exatamente aqueles que querem beneficiar-se politicamente da crise, utilizando-a de maneira cínica e antipatriótica para fazer o jogo em favor da ditadura comunista chinesa, responsável pela pandemia, e procurando ao mesmo tempo derrubar o Governo Bolsonaro.

Quem merece o panelaço e o repúdio dos brasileiros
Quem merece panelaço é a Rede Globo, por ser inimiga dos valores mais caros da maioria do povo brasileiro. Quem merece panelaço é Rodrigo Maia e David Alcolumbre, pela subserviência antipatriótica de ambos à ditadura comunista chinesa e pelas suas atitudes golpistas ao falar parlamentarismo branco.

Quem merece panelaço é o governador tucano João Doria e o governador Wilson Witzel que, ignorando as recomendações da Anvisa e do Ministério da Saúde e sem qualquer endosso de epidemiologistas, estão fechando indiscriminadamente o comércio em seus estados, promovendo o desemprego na tentativa de jogar a culpa no Presidente Bolsonaro.

Quem merece panelaço e rechaço da maioria dos brasileiros de bem são aqueles que em meio a uma crise nacional, pautam suas condutas por um cálculo político cínico, pensando unicamente nas eleições. Este é o caso do prefeito tucano paulistano Bruno Covas, que decidiu gastar R$ 10 milhões em “shows na janela” em plena crise de saúde pública e de emprego.

Nos momentos de crise os homens que são verdadeiros líderes patrióticos e corajosos distinguem-se claramente dos covardes e aproveitadores, que comportam-se como ratos em meio ao sofrimento alheio. Esquecem-se no entanto que os brasileiros hoje estão suficientemente informados para saber distinguir, em meio a esta crise, quem são os homens e quem são os ratos.


 

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