por angelica ca e paulo eneas
A pandemia do vírus chinês tem levado o Presidente Bolsonaro e o presidente norte-americano, Donald Trump a ocuparem-se não apenas da saúde pública de seus respectivos países, como também a procurarem salvar as respectivas economias.

No Brasil, os governadores aliados com a grande imprensa e a militância esquerdista têm apostado na destruição da economia de seus estados, na esperança de tirar vantagem política-eleitoral da desgraça alheia. Nos Estados Unidos, Donald Trump também vem enfrentando resistência por parte de setores que querem ver a maior potência econômica do planeta na lona.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, anunciaram nesta quarta-feira (25/03) que a Casa Branca e o Senado aprovaram um pacote de US$ 2 trilhões para mitigar os efeitos da crise em decorrência do vírus chinês na economia americana, e impedir o país de entrar em profunda recessão.

A proposta renovada do Senado injetará aproximadamente US$ 2 trilhões na economia por meio de redução de impostos, quatro meses de benefícios de desemprego ampliados e uma série de provisões de benefícios fiscais para empresas, destinados a apoiar as finanças individuais, familiares e empresariais.

O acordo inclui US$ 500 bilhões em empréstimos para empresas em dificuldades, US$ 367 bilhões para um programa de empréstimos a pequenas empresas, US$ 100 bilhões para hospitais, US$ 150 bilhões para governos estaduais e locais, US$ 250 bilhões reservados para pagamentos diretos a indivíduos e famílias, além de US$ 250 bilhões em benefícios de seguro-desemprego.

McConnell anunciou o acordo no plenário do Senado, e chamou a crescente epidemia de “a mais grave ameaça à saúde dos americanos em mais de um século e provavelmente o maior risco para os empregos e a prosperidade dos Estados Unidos que vimos desde a Grande Depressão”.

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