por paulo eneas
A pandemia do vírus chinês tornou-se uma combinação nunca vista na história mundial de guerra biológica não declarada acompanhada de uma monstruosa guerra de desinformação, que tem dado a origem a d
iversos exemplos irracionalidade de muitos agentes públicos e de uma histeria induzida na população por conta de uma ação criminosa da grande imprensa ocidental controlada quase toda ela por agentes globalistas e comunistas.

Um exemplo vem de Gilmar Mendes, integrante do Supremo Tribunal Federal que, extrapolando outra vez sua atribuição constitucional, resolve opinar como “autoridade pública” sobre tema que não é de sua competência. Gilmar Mendes aconselhou a população a ficar em casa, reforçando a sandice da quarentena horizontal que, além de destruir economia, está longe de ser um consenso entre médicos e epidemiologistas no que diz respeito à sua eficiência profilática.

Gilmar Mendes sente-se confortável para sugerir às pessoas que fiquem em casa, pois ele é funcionário público com uma invejável renda vitalícia paga pelos cofres públicos, renda esta que estará sempre assegurada, ainda que a economia entre em colapso. Situação, por óbvio, distinta daquela das pessoas saudáveis e assintomáticas que estão sendo proibidas de trabalhar por decisão arbitrária e ilegal de governadores dos Estados.

O Dr. Osmar Terra, médico e gestor de saúde pública com larga experiência em gerenciamento de epidemias,  vem repetindo diariamente nas redes sociais sobre a irracionalidade da quarentena horizontal, explicando de maneira clara e didática a ineficiência profilática desta medida. Ele tem sido ignorado pela grande imprensa, que prefere continuar apostando no caos na esperança de que uma tragédia nacional resulte na derrubada de Jair Bolsonaro da presidência.

No Reino Unido foi anunciada a intenção de construir-se hospitais de campanha, e para isso serão mobilizadas cerca de 250 mil pessoas saudáveis que estão confinadas em suas casas.

Ou seja, em plena sandice da quarentena horizontal (o isolamento total de todas as pessoas, incluindo as saudáveis e fora do grupo de risco) descobriu-se na prática que a melhor maneira de atender as enormes demandas de trabalho para enfrentar a pandemia é por meio da quarentena vertical (em que apenas pessoas dos grupos de risco ficam isoladas e afastadas do trabalho).

Em entrevista dada ontem (24/03), o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, precisou lembrar o óbvio: se a economia para por completo, os próprios serviços de saúde pública e privada ficam comprometidos, dificultando as ações de combate à pandemia e também o atendimento médico não relacionado à pandemia, como acompanhamento pré-natal de gestantes e o atendimento a pessoas que precisam de suporte constante à vida como quimioterapia, hemodiálise e outros.

O Ministro Mandetta lembrou também que a fabricação de ventiladores (aparelhos de respiração assistida para uso hospitalar em pessoas acometidas de síndrome respiratória) foi assegurada pelo Ministério da Saúde, mas o operação das fábricas pode ficar comprometida por conta do lockout completo das atividades econômicas imposto por alguns governadores.

A irracionalidade e a histeria foram coroadas ontem (24/03) com a decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello do STF, que atendeu pedido do PDT, partido comunista brasileiro com estreitos laços com a ditadura e com o próprio Partido Comunista Chinês, e ignorou a Constituição Federal, decidindo que Estados e municípios podem interferir no livre direito constitucional de ir e vir de todos os brasileiros, à revelia do poder central.

Por fim, a fala de ontem do Presidente Bolsonaro em rede nacional de rádio e televisão, na qual ele procurou passar segurança para o público, em que parabenizou a imprensa por ter ter pedido calma à população após esta mesma grande imprensa ter espalhado pânico e temor e desinformação, vem sendo tratada como sendo um suposto “ataque” à imprensa.

A irracionalidade fruta da ignorância ou deliberada, a histeria induzida de maneira criminosa pela grande imprensa, a não percepção das gigantescas implicações econômicas para o mundo ocidental que a paralisação da economia vai acarretar, e o esgarçamento do tecido social e mesmo dos arranjos institucionais de poder político, têm sido o pano de fundo sobre o qual ocorre esse ataque globalista e comunista aos principais países do Ocidente.