A grande imprensa já fala abertamente em recessão, e muitos militantes travestidos de jornalistas não escondem uma ponta de satisfação macabra ao relatar este fato. Se confirmado esse quadro, o objetivo da esquerda e dos globalistas com a histeria em torno do vírus chinês (que é de fato um problema real de saúde pública como todas as demais epidemias virais que ocorrem anualmente mas quem nem por isso destroem as economias nacionais) aparentemente terá sido em parte alcançado.

A situação de completa irracionalidade vivida no Brasil, e no resto do mundo ocidental, nas últimas semanas pode ser colocada em paralelo com o episódio conhecido como “Carne Podre”, ocorrido no Brasil em março de 2017. Naquele ano, uma onda de histeria induzida levou a população a acreditar que haveria milhares de mortes causadas pelo consumo de carne.

O saldo daquela histeria foi a quebra de muitos pequenos frigoríficos e o fortalecimento de grupos monopolistas do setor, como a JBS. Ao final daquele ano, constatou-se que a histeria tinha custado uma fração apreciável do PIB nacional. E não foi registrada nenhuma morte decorrente do consumo de carne.