por paulo eneas
Cresceram enormemente esta semana as denúncias segundo as quais o vírus chinês está sendo atribuído como causa mortis de pessoas que morreram por razões diversas, incluindo morte natural ou acidentes ou de causa desconhecida. As denúncias surgem em várias regiões do País.

Resolução da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo publicada essa semana tem sido duramente criticada por profissionais dos serviços de atendimento de urgência (SAMU), pois obriga médicos deste serviço a atribuir ao COVID-19 a causa da morte, mesmo sem a realização de autópsia.

Recebemos também denúncia de que no Hospital das Clínicas de São Paulo mortes por causas desconhecidas estariam sendo incluídas no registro de mortes causadas pelo coronavírus chinês. Em outros Estados, até mesmo mortes violentas decorrentes de acidentes estariam sendo atestadas como tendo sido causadas pelo coronavírus.

Inúmeras pessoas também têm denunciado que a morte de familiares que já possuíam alguma doença conhecida, como câncer ou problemas cardíacos, está sendo indevidamente atribuída ao coronavírus. E há também registro de denúncias de pessoas que estão sendo diagnosticadas com coronavírus sem a realização de qualquer exame ou teste.

O que podemos constatar é a existência de uma clara ação ilegal visando inflar o número de óbitos associados ao vírus chinês, com o nítido objetivo de respaldar as iniciativas ilegais de confinamento e restrições de liberdade impostas por governadores proto-ditadores.


 

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