por paulo eneas
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom, um etíope marxista que foi guerrilheiro na Etiópia e que não possui formação em medicina, comunicou ontem o recuo da OMS em relação à política suicida de confinamento total das populações por conta da epidemia do vírus chinês.

Seguramente pressionado por governantes do Ocidente, que financiam e bancam a gigantesca burocracia da OMS, Tedros afirmou uma obviedade que já vem sendo apontada pelo Presidente Bolsonaro: a paralisação total das atividades afeta a vida de milhões de pessoas cujo sustento depende do trabalho diário.

Estas pessoas, que somente no Brasil são quase quarenta milhões, não possuem reservas financeiras para ficar em casa por vários dias ou semanas sem trabalhar, pois a maioria exerce trabalho informal. Confinar estas pessoas em casa, como vem fazendo criminosamente alguns governadores, é condená-las a não ter o que comer em poucos dias.

Além disso, embora não tenha sido afirmado pelo diretor da OMS, a estratégia de confinamento total é questionável do ponto de vista de sua eficiência profilática segundo o entendimento de inúmeros epidemiologistas.

Estes epidemiologistas alegam que confinar as pessoas resulta apenas na mudança da maneira pela qual o vírus irá propagar-se: ele deixa de propagar-se via contato social em público para propagar-se no ambiente familiar confinado. Ou seja, confinamento total não é estratégia efetiva para impedir a propagação do vírus.

A declaração do diretor-geral da OMS deve ser usada agora como instrumento de pressão contra os governadores que estão ilegalmente confinando a população em suas casas e impedindo a economia de seus estados de funcionar.

A alegação destes governadores sempre foi a de seguir orientações supostamente científicas da OMS. Pois a orientação “científica” agora é justamente não adotar indiscriminadamente o confinamento.