A mídia tradicional está em franca campanha de ataque contra o Presidente da República. Um esforço de propaganda e desinformação travestido de jornalismo evidencia uma preocupação muito maior em afagar o regime de ditadura comunista da China do que em defender a soberania nacional brasileira.

A cobertura jornalística feita pela grande imprensa não exibe qualquer preocupação ou intenção em ajudar a sociedade brasileira a livrar-se de ameaças globalistas totalitárias internacionais, como aquela representada pelo comunismo chinês. Da mesma que não há preocupação alguma em ajudar a reorganizar o País diante dessa pandemia calamitosa que a China jogou sobre o mundo.

Provavelmente porque muitos dos veículos da grande mídia brasileira têm vultuosos e gordos patrocínios advindos de empresas com negócios da China, o que faz com que matérias, colunas e editoriais tenham conteúdo enviezado, ques favorecem muitas vezes os interesses internacionais em detrimento dos interesses do Brasil.

Em razão disso, omitem e distorcem fatos muito significativos sobre o desempenho do governo brasileiro. Um exemplo disso é a última rodada de pesquisas de opinião sobre a avaliação do Governo Federal, em especial os dados do Datafolha.

A grande mídia, aquela que ataca covardemente a mídia independente e os ativistas das redes sociais, insiste em ignorar dois fatos muito relevantes sobre os dados contidos nessas pesquisas do Datafolha, que são os seguintes:

Primeiro fato:
A última pesquisa do Datafolha de Março de 2020 volta a mostrar, em plena pandemia e sob todas as críticas da grande mídia,  que o Governo Federal do Brasil e o Presidente Bolsonaro voltam a gozar de uma avaliação na qual a soma dos itens Bom/Ótimo totaliza 35%, e supera o quantitativo de respostas com Ruim/Péssimo, que é de 33% dos entrevistados.

Segundo fato:
Comparando diretamente os números do Datafolha de março com os dados do Datafolha de dezembro, o que se verifica é que o índice de Bom/Ótimo era de 30% em dezembro e saltou para 35% em março. Por sua vez, o item Ruim/Péssimo era de 36% em dezembro, e passou para 33% em março.

Ou seja, o que era uma diferença de 6% de “reprovação” majoritária sobre o Governo e o Presidente, passou a ser de 2% a favor de uma opinião de aprovação (Bom/Ótimo), o que significa uma oscilação de 8% a favor do Governo e do Presidente Bolsonaro. E isto ocorre em plena pandemia.

Os dados das pesquisas do Datafolha para o mês de março podem ser visto nesse link aqui. Os dados da pesquisa de dezembro do ano passado podem ser visto neste outro link aqui.