por paulo eneas
Antes mesmo do início da epidemia do vírus chinês, o Presidente Bolsonaro já falava das possibilidades do tratamento por meio da hidroxicloroquina e da necessidade de preservar os empregos e a economia, até mesmo como condição para fazer frente à ameaça do vírus. O presidente foi duramente criticado por isso, e veículos de imprensa chegaram a fazer a acusação leviana de que o mandatário brasileiro estaria fazendo “propaganda de remédio”.

A epidemia avançou e com ela a crise econômica, decorrente das ações ilegais de imposição de quarentenas por parte de alguns governadores. Previsões feitas no início da epidemia sobre o colapso do sistema de saúde não se confirmaram, e modelos como “achatamento de curva” de número de contágios começam a ser questionados.

O quadro que temos hoje é de uma economia indo ladeira abaixo, com milhares de empregos perdidos e outros milhares de pequenas e médias empresas quebrando, além da paralisia de parte expressiva do setor informal, o que afeta a vida de milhões de brasileiros. A epidemia está instalada, com todos os riscos que ela acarreta, mas sendo tratada na grande imprensa de modo alarmista e distorcido.

É nesse quadro dramático do País que temos, de um lado, o chefe da Nação dizendo o mesmo que ele afirmou desde o começo: a prioridade é preservar as vidas e os empregos, e depositar as esperanças na medicina para encontrar a cura.

E de outro lado, temos os verdadeiros abutres sociais que apostam no caos, na desordem e na desesperança de milhões de brasileiros para levar adiante seus projetos de poder. E entre estes abutres estão governadores como João Doria, Ronald Caiado e Wilson Witzel, e o ainda ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.


 

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