por angelica ca
O epidemiologia Dr. Knut Wittkowski, Ph.D, ex-chefe do Departamento de Bioestatística, Epidemiologia e Projeto de Pesquisa da Universidade Rockefeller, em Nova York, afirmou durante entrevista publicada no início deste mês que as políticas de isolamento social para prevenir a contaminação pelo vírus chinês podem resultar em mais mortes a longo prazo.

Segundo o renomado epidemiologista, o isolamento social horizontal prolonga o surto do vírus chinês em vez de mitigá-lo. Segundo o médico, o correto seria concentrar-se em proteger os mais vulneráveis ​​ao vírus como idosos e pessoas com comorbidades e, ao mesmo tempo, permitir que jovens saudáveis ​​desenvolvam a imunidade. Desta forma, mas vidas seriam salvas, argumentou o Dr. Wittkowski.

Para o Dr. Knut Wittkowski não se pode impedir a propagação de uma doença respiratória dentro de uma família, nem impedir que ela se espalhe com os vizinhos. Ele enfatizou que cerca de 80% das pessoas precisam ter contato com o vírus, a maioria pode ter sido infectadas e nem sequer reconheceram ou apresentaram sintomas muitos leves:

“As pessoas são sociais e, mesmo em momentos de distanciamento social, têm contatos, e qualquer um desses contatos pode espalhar a doença. Irá devagar e, portanto, não criará imunidade de rebanho, mas acontecerá. E isso continuará para sempre, a menos que deixemos passar”, lembrou o epidemiologista.

Portanto, é muito importante manter as escolas abertas e as crianças se misturando para espalhar o vírus, para obter a imunidade do rebanho o mais rápido possível. E então os idosos, que devem ser separados, e as casas de repouso devem ser fechadas durante esse período, poderão voltar para encontrar seus filhos e netos, após cerca de quatro semanas quando o vírus foi exterminado”, afirmou o Dr. Knut Wittkowski.